<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503</id><updated>2012-02-12T22:52:56.555-02:00</updated><category term='velha escola'/><category term='nostalgia'/><category term='Greyhawk'/><category term='2a edição'/><category term='campanhas épicas'/><category term='role-playing'/><category term='cavalaria'/><category term='magia'/><category term='idéias'/><category term='video-game'/><category term='clérigos'/><category term='GURPS'/><category term='metaenredo'/><category term='paladinos'/><category term='masmorras'/><category term='cenários'/><category term='arte'/><category term='classes de personagem'/><category term='monges'/><category term='monstros'/><category term='aventuras fantásticas'/><category term='frases'/><category term='literatura'/><category term='aranzél'/><category term='história'/><category term='DeD clássico'/><category term='regras'/><category term='Larry Elmore'/><category term='Senhor dos Anéis'/><category term='armas e armaduras'/><category term='resenhas'/><category term='notícias'/><category term='Humor'/><category term='kits de personagem'/><category term='Forgotten Realms'/><category term='Gygax'/><category term='Dicas de mestre'/><title type='text'>Masmorras &amp; Dragões</title><subtitle type='html'>O blog de um rpgista grognard, com ensaios, textos, idéias, aranzéis, críticas e comentários sobre AD&amp;amp;D Segunda Edição e RPG em geral.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>48</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-3901814376781554891</id><published>2012-02-10T12:46:00.001-02:00</published><updated>2012-02-10T12:46:50.906-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aranzél'/><title type='text'>Engessando a imaginação</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns meses atrás, por recomendação de uma amiga, comprei a edição no. 38 de "Turma da Mônica Jovem", que traz a história "Masmorras &amp;amp; Dragões". &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Confesso que a premissa do gibi nunca me entusiasmou, mas me surpreendi com uma história divertida e que me trouxe várias lembranças da minha adolescência, que foi marcada por sessões semanais de RPG.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém, uma cena do gibi em particular me chamou a atenção - quando o PC do Cascão, um ladino, cai em uma armadilha, a primeira coisa que ele faz é fuçar vários livros de regras para tentar encontrar um meio de sair daquela situação. Confesso que fiquei pasmo... desde quando um PC precisa consultar livros de regras para fazer alguma coisa? E a imaginação do jogador? E a arbitragem do mestre?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi aí que me caiu a ficha: o gibi estava simplesmente reproduzindo o estilo de jogo em voga hoje, principalmente entre a galera que começou a jogar RPG a partir do ano 2000 com o sistema d20.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há vários sistemas (d20, GURPS, Hero System, Rolemaster) que encorajam um determinado estilo de jogo no qual se não houver regras para uma determinada situação, fica implícito que tal ação não pode ser executada. Ainda que muitos grupos não pensem ou joguem desse modo, essa é uma característica essencial destes sistemas, que tentam criar regras e codificações para o maior número possível de situações.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por exemplo, você não pode fazer &lt;strong&gt;X&lt;/strong&gt; a menos que você possua uma vantagem, perícia ou talento que permita fazer &lt;strong&gt;X&lt;/strong&gt;. O resultado é que se o PC não tiver à sua disposição um talento, perícia ou vantagem que lhe permita fazer tal ação (ou se o sistema não apresentar uma regra específica para essa situação), fica implícito que o PC não pode fazer &lt;strong&gt;X&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Exatamente a atitude do Cascão no gibi, que procurava freneticamente nos livros uma regra ou sistema que pudesse ajudar seu PC a escapar da armadilha.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa atitude não é nova, obviamente. Três dos quatro sistema que mencionei são anteriores ao d20, e joguei várias sessões de GURPS em que os jogadores agiam exatamente dessa forma. Porém isso era a exceção, não a regra. Mas aparentemente, com a popularização do d20 houve uma mudança de paradigma, em que o uso da imaginação e a arbitragem do mestre são desencorajadas. A imaginação e a criatividade dos jogadores é engessada e preterida em favor de regras, tabelas, listagens de talentos, etc.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Claro, cada um tem seu estilo de jogo. Mas as coisas pareciam bem mais divertidas quando as ações dos nossos personagens eram limitadas apenas pela imaginação ou verossimilitude, e os sistemas de regras davam mais liberdade criativa aos PC's e ao Mestre.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E vocês? Qual estilo e tipo de sistema preferem? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Até a próxima.&lt;/div&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-3901814376781554891?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/3901814376781554891/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=3901814376781554891' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/3901814376781554891'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/3901814376781554891'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2012/02/alguns-meses-atras-por-recomendacao-de.html' title='Engessando a imaginação'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-7303607652073602709</id><published>2012-01-28T12:01:00.002-02:00</published><updated>2012-01-28T13:27:44.265-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='notícias'/><title type='text'>Nova edição a caminho...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ok, esta notícia já não é tão nova, mas para quem ainda não está sabendo, conforme &lt;a href="http://www.nytimes.com/2012/01/10/arts/video-games/dungeons-dragons-remake-uses-players-input.html?_r=1&amp;amp;pagewanted=all" target="_blank"&gt;noticiou o NY Times&lt;/a&gt;, a "Wizbro" irá lançar neste ano uma nova edição de Dungeons &amp;amp; Dragons - o que não é supresa para ninguém, pois desde o anúncio &lt;a href="http://icv2.com/articles/news/21079.html" target="_blank"&gt;da recontratação de Monte Cook&lt;/a&gt;, um dos designers originais do sistema d20, em setembro do ano passado surgiram boatos entre os jogadores de que uma nova edição era mera questão de tempo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo disse Mike Mearls, Designer-Chefe de D&amp;amp;D, &lt;a href="http://geekout.blogs.cnn.com/2012/01/09/wizards-of-the-coasts-announces-new-edition-of-dungeons-and-dragons/" target="_blank"&gt;ao blog Geek Out!&lt;/a&gt;, esta "5a Edição" irá incorporar os melhores aspectos de versões anteriores, possibilitando vários estilos de jogo e abordagens diferenciadas. Ainda segundo Mearls, a empresa fará uma ampla consulta com os (antigos e novos) fãs do jogo em busca de sugestões.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mearls parece ser um cara criativo e que tem genuíno apreço pela história e bagagem do D&amp;amp;D, e Monte Cook é um excelente designer - mas ainda e cedo para emitir um parecer. Prefiro esperar os livros saírem antes de emitir qualquer julgamento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A única coisa que me impressiona é o exagero de haver 3,5 edições de um jogo tão popular em meros 12&amp;nbsp; anos - principalmente se lembrarmos que o AD&amp;amp;D teve apenas &lt;b&gt;duas&lt;/b&gt; edições em 22 anos!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-7303607652073602709?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/7303607652073602709/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=7303607652073602709' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/7303607652073602709'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/7303607652073602709'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2012/01/nova-edicao-caminho.html' title='Nova edição a caminho...'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-8073462768995728812</id><published>2011-11-12T19:09:00.001-02:00</published><updated>2011-11-19T15:47:35.275-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='armas e armaduras'/><title type='text'>Armas de haste</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Poucos tópicos no AD&amp;amp;D criaram tanta confusão quanto as armas de haste (&lt;i&gt;polearms&lt;/i&gt;, em inglês). Muitas delas não traziam nenhuma descrição além do nome e as edições originais também não traziam desenhos das mesmas (isso seria retificado posteriormente na edição revisada do AD&amp;amp;D e no suplemento DMGR 3 - Arms &amp;amp; Equipment Guide). Para aumentar ainda mais a confusão, a lista trazia lado a lado armas de haste de diversos períodos da História, da Antigüidade à "Renascença". &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Visando elucidar um pouco a confusão, resolvi ilustrar as armas de haste mais comuns da Alta Idade Média e contar um pouco sobre seu uso e função. Tenham em mente, porém, que esse artigo não é perfeito - há discrepâncias mesmo entre os historiadores militares sobre os nomes e formatos de muitas dessas armas. Essa postagem é apenas um "guia básico", nada mais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Archa (glaive)&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-4dzaS3gMACU/Tr7ePmnxBCI/AAAAAAAAAGE/aKa8ml9ayQc/s1600/archa.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="80" src="http://2.bp.blogspot.com/-4dzaS3gMACU/Tr7ePmnxBCI/AAAAAAAAAGE/aKa8ml9ayQc/s320/archa.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma das armas de haste mais simples, a archa consiste de uma lâmina afiada afixada na extremidade de uma haste de madeira, e surgiu da necessidade de se criar uma arma de fabrico simples e fácil de empunhar, que pudesse ser utilizada por soldados camponeses sem treinamento. Fui utilizada até meados do século XVI na Europa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Bisarma (guisarme)&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-U-SZ_u5ozIE/Tr7fsC-EdUI/AAAAAAAAAGM/kdgqMt1A5P8/s1600/bisarma.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-U-SZ_u5ozIE/Tr7fsC-EdUI/AAAAAAAAAGM/kdgqMt1A5P8/s320/bisarma.jpg" width="102" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A bisarma, em suas muitas variações, foi amplamente utilizada no Império Romano do Oriente e na Europa Ocidental como arma de infantaria dos séculos XI-XIV.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Pique (awl pike)&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-velaEFwhlZM/Tr7Xub2ESJI/AAAAAAAAAF0/ijGTNc2FKfc/s1600/Pique.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="96" src="http://4.bp.blogspot.com/-velaEFwhlZM/Tr7Xub2ESJI/AAAAAAAAAF0/ijGTNc2FKfc/s320/Pique.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa arma consiste de uma lâmina afixada na ponta de haste de 3m-4,20m de comprimento. Embora seja semelhante a uma lança, ela não é eficaz como arma de mão nem pode ser arremessa; seu uso primário é em formações anti-cavalaria.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Serpete (Billhook)&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-UcBnh2GZznY/Tr7ZjKNYPPI/AAAAAAAAAF8/YhZ7BXCpHWY/s1600/Serpete.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-UcBnh2GZznY/Tr7ZjKNYPPI/AAAAAAAAAF8/YhZ7BXCpHWY/s1600/Serpete.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O serpete surgiu da adaptação de um instrumento agrícola utilizado na colheita da uva, também chamado serpete. Era utilizado principalmente por soldados de infantaria para combater oponentes montados., e embora houvesse inúmeras variaçoes, a ponta curva e saliente é sua maior característica. Foi utilizado na Irlanda e Grã-Bretanha até o final do século XVIII, mas caiu em desuso no continente europeu desde o século XVI, sendo substituído pela alabarda.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-8073462768995728812?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/8073462768995728812/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=8073462768995728812' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/8073462768995728812'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/8073462768995728812'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2011/11/armas-de-haste.html' title='Armas de haste'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-4dzaS3gMACU/Tr7ePmnxBCI/AAAAAAAAAGE/aKa8ml9ayQc/s72-c/archa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-4929656323966447670</id><published>2011-10-26T13:32:00.002-02:00</published><updated>2011-11-05T23:32:55.375-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='idéias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas de mestre'/><title type='text'>Personagens femininos e fantasia medieval</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um fato curioso da maioria dos cenários de fantasia medieval é que o papel das mulheres normalmente reflete nossa sociedade moderna - freqüentemente vemos mulheres guerreiras, governantes,&amp;nbsp;sacerdotisas&amp;nbsp;e comerciantes emancipadas e independentes que são vistas e aceitas como iguais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Obviamente não há nada de errado nisso, é um anacronismo que&amp;nbsp;funciona para muitos&amp;nbsp;jogadores e mestres, até porquê jogos de fantasia medieval não precisam, necessariamente, ser historicamente acurados - se fossem, não teríamos magias&amp;nbsp;ou dragões voando pelos céus. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas e&amp;nbsp;se o mestre quiser criar ou utilizar um cenário mais sombrio ou mais historicamente acurado? Isso é totalmente possível sem&amp;nbsp;desencorajar a criação de personagens femininas?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sim, é. Primeiramente, vale lembrar que embora as mulheres fossem bastante submissas na sociedade medieval ocidental (no Império Romano Oriental, erroneamente chamado de "Bizantino", a história era bem diferente), devendo obediência a seus pais e maridos e&amp;nbsp;normalmente relegadas aos papéis de mães, consortes&amp;nbsp;ou religiosas, muitas tiveram um papel importante na história, principalmente através de ações políticas, como as rainhas Maude (Matilde) da Inglaterra ou Eleanor da Aquitânia, ou tornando-se&amp;nbsp;influentes teólogas, como as monjas&amp;nbsp;Hildegarda de Bingen&amp;nbsp;e Juliana de Norwich. Claro, as mulheres não pegaram em armas ou comandaram exércitos&amp;nbsp;(Joana D'Arc foi uma raríssima exceção), mas nem por isso foram insignificantes para a época, como muitos crêem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Utilizando uma abordagem mais "histórica", poderíamos definir as classes de personagem de AD&amp;amp;D com relação a personagens femininas do seguinte modo:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Guerreiras&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma campanha de fantasia medieval com viés mais histórico não teria mulheres guerreiras em hipótese alguma. Mulheres não poderiam apreender artes marciais e nenhuma que quisesse se tornar uma guerreira, ranger&amp;nbsp;ou cavaleira seria levada a sério. Nem mesmo uma nobre. Porém, podemos incluir algumas exceções.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Paladinas seriam possíveís. Além de termos um precedente histórico (Joana D'Arc), são as divindades que escolhem seus paladinos. Dificilmente os "poderes estabelecidos" ousariam questionar a decisão de uma divindade, por mais "ultrajante" que isso lhes parecesse. Ainda assim, lembre-se: paladinos são raros; mulheres paladinas são mais raras ainda.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Guerreiras bárbaras seriam aceitáveis em algumas culturas. Dentre os celtas havia várias mulheres guerreiras (históricas e lendárias), como Boadicca, Cartimandua e Méabh de Connacht, ainda que não fossem algo comum. E embora não haja evidências concretas de que havia mulheres guerreiras entre os viquingues e varengues (exceto por menções dos historiadores&amp;nbsp;João Skylitzes e Saxo Gramaticus), o folclore e a mitologia escandinava falam de várias guerreiras, como a valquíria Brynhildr (Brunilda), a donzela-guerreira Hervor e a princesa Thornbjorg.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entre os não-humanos, porém, é possível subverter a "precisão histórica" e permitir que algumas raças, como elfos, permitam mulheres guerreiras ou rangers. Mais um motivo para causar estranheza entre os humanos...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Magas&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há uma abundância de magas e feiticeiras no folclore europeu, e esta classe de personagem seria totalmente apropriada em uma abordagem mais histórica.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Ladinas&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa é uma das classes de personagem mais versáteis do AD&amp;amp;D. Além do papel (cliché) do ladrão, ladinos podem ser assassinos, espiões, batedores e trovadores. Muitos desses papéis podem ser desempenhados por mulheres, mesmo em cenários mais "históricos", especialmente naqueles mais baseados no final do século XIV/Renascença, como Forgotten Realms.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Sacerdotisas&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aqui, a decisão cabe ao mestre, baseado nas religiões de seu cenário. Mesmo uma religião monoteísta poderia ter sacerdotisas (o Chantry, de &lt;em&gt;Dragon Age: Origins&lt;/em&gt;, é um exemplo), sem que isso fosse de encontro à "historicidade" da campanha.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-4929656323966447670?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/4929656323966447670/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=4929656323966447670' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/4929656323966447670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/4929656323966447670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2011/10/personagens-femininos-e-fantasia.html' title='Personagens femininos e fantasia medieval'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-1930944279812898555</id><published>2011-04-30T21:36:00.004-03:00</published><updated>2011-10-23T12:19:56.571-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='classes de personagem'/><title type='text'>Bárbaros</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Heróis (e anti-heróis) bárbaros são um dos mais conhecidos conceitos da literatura fantástica - principalmente no sub-gênero Espada &amp;amp; Feitiçaria, que berçou este tipo de personagem - e dos RPG's de fantasia. De cabeça, consigo pensar em pelo menos meia-dúzia de personagens: Conan, Sonja, Fafhrd, Thongor da Lemúria, Minsc, Wulfgar e até mesmo Groo, o Errante.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todos esses personagens tem alguns traços em comum, como grande vigor e força física, espírito indômito, grande desprezo pelo "mundo civilizado" e seus costumes, odeiam magos e feiticeiros, e quase sempre são oriundos de uma sociedade primitiva ou tribal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Historicamente, o termo "bárbaro" era utilizado pelos gregos da Antigüidade para se referir aos membros de civilizações não-gregas que eram considerados culturalmente inferiores - literalmente a palavra &lt;span class="greek"&gt;βάρβαρος significa "estrangeiro" e foi aplicada a uma série de povos, como celtas, etruscos e germânicos, entre outros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="greek"&gt;Não é de se estranhar que o bárbaro tenha surgido também no &lt;i&gt;Dungeons &amp;amp; Dragons&lt;/i&gt;. A primeira versão do bárbaro como classe de personagem apareceu na Dragon Magazine no. 63 (julho de 82) em um artigo escrito por Gary Gygax. Essa classe seria reescrita pelo próprio Gygax (de maneira ridiculamente poderosa e desbalanceada, se comparadas às outras classes do jogo) no suplemento &lt;i&gt;Unearthed Arcana&lt;/i&gt;.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na 2a Edição, o bárbaro ressurgiu primeiramente como um kit de personagem no &lt;i&gt;Complete Fighter's Handbook&lt;/i&gt; e, posteriormente, como uma classe de personagem opcional&amp;nbsp;- com seus próprios kits - no interessante suplemento &lt;i&gt;Complete Barbarian's Handbook&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém, a questão que me levou a escrever esta postagem é: nós precisamos mesmo de uma classe de personagem própria para os bárbaros? Será que não é possível criar um bárbaro decente utilizando a classe de personagem &lt;i&gt;guerreiro&lt;/i&gt;?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Minhas respostas seriam "não" e "sim".&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Primeiramente, eu tenho uma abordagem bastante minimalista com relação às classes de personagem do AD&amp;amp;D. Acredito que novas classes, além daquelas descritas no Player's Handbook, só são necessárias se um determinado arquétipo ou profissão não puder ser feito com as classes já existentes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em segundo lugar, para mim "bárbaro" tem mais a ver com uma cultura do que com um arquétipo/profissão específico. A classe de personagem se refere tão somente aos guerreiros de uma cultura considerada primitiva pelos homens civilizados. Seguindo essa linha de raciocínio, teríamos classes de personagem para tudo... "moradores de cidades", "camponeses" e "mercadores". Blergh!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E, finalmente, em AD&amp;amp;D um bárbaro pode muito bem ser criado utilizando a classe de personagem &lt;i&gt;guerreiro&lt;/i&gt; com as proficiências certas, o histórico de personagem apropriado e um pouquinho de &lt;i&gt;role-playing&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É claro que eu não sou radical nessa questão. Se por um lado eu jamais permitiria a classe de personagem &lt;i&gt;bárbaro&lt;/i&gt; em uma campanha de longo prazo, não teria problema algum em permití-los em jogos "one-shot", caso o jogador fizesse absoluta questão.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Concorda? Discorda? Deixe sua opinião nos comentários. Não custa nada e seus dedos não irão cair.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-1930944279812898555?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/1930944279812898555/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=1930944279812898555' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/1930944279812898555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/1930944279812898555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2011/04/barbaros.html' title='Bárbaros'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-531664935744450251</id><published>2011-04-24T18:38:00.000-03:00</published><updated>2011-04-24T18:38:26.090-03:00</updated><title type='text'>Χριστός ἀνέστη!</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-MZampfjnfm0/TbSX93xF5KI/AAAAAAAAAFw/dFr9UCZzFq0/s1600/anastasis_resurrection.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" i8="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-MZampfjnfm0/TbSX93xF5KI/AAAAAAAAAFw/dFr9UCZzFq0/s320/anastasis_resurrection.jpg" width="235" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Cristo ressuscitou! Verdadeiramente ressuscitou!&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;﻿&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-531664935744450251?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/531664935744450251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/531664935744450251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2011/04/blog-post.html' title='Χριστός ἀνέστη!'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-MZampfjnfm0/TbSX93xF5KI/AAAAAAAAAFw/dFr9UCZzFq0/s72-c/anastasis_resurrection.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-809306263487409094</id><published>2011-03-08T14:48:00.001-03:00</published><updated>2011-03-08T14:49:43.816-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2a edição'/><title type='text'>Proficiências</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns anos atrás, quando um dos meus jogadores criou um mateiro (ou &lt;i&gt;ranger&lt;/i&gt;, em inglês) para minha primeira campanha de AD&amp;amp;D, uma de suas reclamações era que, devido ao parco número de proficiências (NWP's) iniciais de seu personagem, ele não conseguira comprar todas as perícias que queria, pois achava que um "mateiro decente precisava de mais perícias".&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na época achei que ele tinha certa razão, e provavelmente devo ter dado algumas perícias bônus ao seu personagem. Hoje não faria isso, por uma razão muito simples: as NWP do AD&amp;amp;D não são perícias. Ou melhor dizendo, funcionam de modo bastante distinto de perícias de outros sistemas, como GURPS, d20 ou Shadowrun.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesses sistemas, as perícias definem aquilo que o personagem sabe/pode ou não sabe/não pode fazer em uma aventura. Na maioria dos casos, se uma perícia não está na planilha do personagem, ele simplesmente não pode tentar fazer determinada ação (ainda que alguns sistemas permitam utilizar determinadas perícias de modo improvisado, mas com penalidades substanciais).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muitos mestres, experientes em outros sistemas de jogo baseados em perícias, aplicavam o mesmo conceito às NWP's e não permitiam que os personagens fizessem algo que não estava explicitado em sua planilha, e alguns jogadores acabavam frustrados, como meu amigo do exemplo acima, querendo mais "perícias" para seus personagens.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aliás, já citei em uma mensagem anterior um caso ocorrido numa sessão de AD&amp;amp;D na qual o personagem, um bardo, para fugir de um combate no qual estava em desvantagem, pulou da janela do segundo andar de uma taverna com a intenção de cair montado em seu cavalo, que estava parado em frente ao estabelecimento. Uma ação desesperada, com certeza, mas que enriqueceria a sessão. Mas o DM achou o contrário e penalizou o jogador, fazendo seu personagem se estatelar no chão simplesmente por não possuir a NWP &lt;i&gt;Acrobacia&lt;/i&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De qualquer modo, a principal diferença entre o sistema de proficiências e o de perícias é que as proficiências simplesmente oferecem um sistema ou ferramenta de resolução para casos complicados que, na pré-história do RPG, eram decididos no improviso pelo DM. Antigamente, se o personagem do exemplo acima quisesse pular pela janela para cair em seu cavalo, o Mestre tinha de improvisar na hora algum tipo de resolução - um teste de atributo, um teste de d%, etc. A vantagem do sistema de NWP é que simplesmente se dispõe a oferecer uma ferramente unificada para tais casos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao contrário de perícias, o personagem não precisa fazer testes em ocasiões trivais, e o fato de ele ter uma determinada NWP em sua planilha signifca somente que ele é um "especialista" na área. O Player's Handbook da 2a Edição é bastante claro nesse ponto:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;"Quando um personagem utiliza uma proficiência ou o sucesso é automático ou ele deve fazer um teste. Se for uma tarefa simples ou se a proficiência tiver utilidade limitada no jogo (como carpintaria ou sapataria), não é necessário fazer quaisquer testes em circunstâncias normais. Porém, se a tarefa for difícil ou estiver sujeita a falhas, o jogador deve fazer o teste"&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Voltando ao exemplo do bardo acima, eu exigiria, sim, um teste de proficiência. Caso o personagem não tivesse Acrobacia, eu exigira um teste de destreza, ainda que com um redutor considerável. Mas não penalizaria o personagem por tentar uma ação cinematográfica ou ousada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma, no AD&amp;amp;D, um personagem sem Natação ainda pode tentar boiar num rio, mas com certeza não consegueria salvar um companheiro que estivesse se afogando; um personagem sem Cavalgar pode andar a cavalo, mas certamente não conseguirá controlar um cavalo assustado, muito menos lutar enquanto estiver montado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os exemplos acima mostram que, na verdade, o sistema de NWP's nada mais é que uma simples ferramente de resolução de situações que também serve para adicionar mais detalhes a um personagem. Ao contrário de um sistema de perícias, os personagens não se tornam reféns daquilo que está (ou não) em suas planilhas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em meus anos como mestre de AD&amp;amp;D sempre utilizei esse sistema e, apesar de sua simplicidade, acho uma excelente adição a qualquer jogo.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: white; text-align: justify;"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-809306263487409094?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/809306263487409094/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=809306263487409094' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/809306263487409094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/809306263487409094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2011/03/proficiencias.html' title='Proficiências'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-5718236536977235881</id><published>2011-03-08T13:23:00.003-03:00</published><updated>2012-01-15T13:21:30.641-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='video-game'/><title type='text'>Tenpenny Tower</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Atenção!&lt;/b&gt; Este artigo pode ter revelações surpreendentes para quem ainda não completou esta missão em Fallout 3 (eu duvido, mas por via das dúvidas, vou começar o artigo com o aviso).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há pouco mais de um ano adquiri, finalmente, uma cópia (original!) de Fallout 3. O jogo, apesar de algumas falhas - algo inevitável para um projeto desse porte - é sensacional. A trama é bem desenvolvida, o roteiro bastante interessante, os cenários incríveis e as missões secundárias são, em sua maior parte, muito interessantes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tenpenny Tower, porém, é uma das exceções. Para quem não conhece o jogo, a Torre Tenpenny é um condomínio de luxo localizado na terra devastada de Washington D.C. Administrada pelo milionário Alistair Tenpenny, que reformou um antigo hotel alguns anos atrás, a Torre é um refúgio para alguns humanos da região, oferecendo segurança e moradia (qualquer semelhança com "Terra dos Mortos" não é mera coincidência).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao se aproximar da Torre Tenpenny pela primeira vez, o jogador verá um ghoul, Roy Phillips, discutindo com alguém pelo interfone. Ao ser abordado, Roy explica que ele está tentando comprar um apartamento para se mudar para a Torre com alguns outros ghouls, mas que Alistair Tenpenny não permite por ser um "racista preconceituoso". Ele então pede ajuda ao personagem do jogador para resolver a situação. O jogador também pode iniciar a missão ao conversar com Gustavo, o chefe de segurança da Torre.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Basicamente, há três maneiras de resolver esta missão: uma resolução pacífica, na qual o jogador intermedia uma negociação entre ambas as partes, e convence Alistair a deixar os ghouls se mudarem para a Torre, e duas soluções malignas, isto é, que geram karma negativo: matar Roy Phillips e os outros ghouls (missão dada por Gustavo) &lt;b&gt;ou&lt;/b&gt; aceitar a missão de Roy e 1) matar pessoalmente os moradores da Torre ou 2) abrir uma passagem no porão do velho hotel, permitindo que Roy e sua gangue de ghouls selvagens matem todos no prédio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A menos que o jogador tenha um personagem maligno ou psicótico com karma zero (para quem não conhece o jogo, "karma" na série Fallout é a medida da reputação do personagem), a aparente solução "boa" seria negociar o acordo entre os humanos e ghouls. Porém, se o jogador voltar à Torre alguns dias após firmar o acordo e os ghouls se mudarem, ele verá que não há mais humanos morando lá. Ao questionar Roy, ele fala que teve um problema com os humanos e decidiu se "livrar do lixo". Caso o jogador vá ao porão, verá os corpos de todos os moradores humanos, assassinados pelos ghouls - incluindo aí Herbert&amp;nbsp; "Daring" Dashwood, um aventureiro aposentado, defensor dos ghouls e um dos NPC's mais adoráveis de todo o jogo, cujas antigas aventuras ao lado de seu amigo Argyle, um ghoul, podem ser ouvidas pela GNR na forma de seriados radiofônicos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aí é que está o grande problema da missão: além de não ter um final feliz - o que, vá lá, é totalmente condizente com a atmosfera do jogo - ou um "bom", caso você decida fazer justiça e matar Roy e os ghouls, assassinos, você perderá karma. Basicamente, se você estiver jogando com um personagem bom e quiser jogar de modo coerente, você acaba se sentindo trapaceado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O grande problema, a meu ver, com essa missão é seu roteiro. Ou será que alguém pode condenar os moradores da Torre Tenpenny por excluir os ghouls? Afinal, em nenhum dos jogos da série é dito que os ghouls normais não se transformam em ghouls selvagens. Para que os moradores vão se arriscar e colocar uma potencial ameça dentro de casa? E apesar de alguns moradores serem verdadeiros monstros - como Burke e o próprio Tenpenny - muitos são pessoas normais que querem simplesmente viver em paz, longe dos perigos da terra devastada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez a intenção dos roteiristas tenha sido proposital ao mostrar que nem sempre as boas ações são recompensadas numa sociedade pós-apocalíptica e amoral como a de Fallout. Mas se é o caso, para quê, então, se preocupar com o sistema de karma/reputação? Não seria melhor permitir ao jogador, após descobrir a traição dos ghouls resolver a situação da maneira que achar melhor, incluindo aí passar fogo nos assassinos?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A meu ver, o ideal teria sido assumir mais claramente a influência de "Terra dos Mortos", e criar dois desfechos para a missão - um maligno, ajudando Roy e os ghouls a tomar a torre, e um bom, em que o jogador ajudaria os moradores a se livrar dos ghouls, possivelmente ganhando uma suíte como recompensa.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-5718236536977235881?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/5718236536977235881/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=5718236536977235881' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/5718236536977235881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/5718236536977235881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2011/03/tenpenny-tower.html' title='Tenpenny Tower'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-1120630572501870744</id><published>2011-01-23T20:00:00.000-02:00</published><updated>2011-01-23T20:00:35.454-02:00</updated><title type='text'>Retrospectiva 2010</title><content type='html'>Feliz Ano Novo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com um tremendo atraso, afinal já estamos quase no final de janeiro. De qualquer modo, vou abrir 2011 com uma retrospectiva "RPGística" do ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul style="text-align: justify;"&gt;&lt;li&gt;Praticamente completei minha coleção de Dungeon Magazine até o número 81 (julho/agosto 2000), o último com aventuras da 2a Edição - digo praticamente pois ainda faltam dois números.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul style="text-align: justify;"&gt;&lt;li&gt;Falando em coleções, ano passado comecei e completei minha coleção de Al-Qadim, um dos melhores cenários já criados para o AD&amp;amp;D. O melhor é que todos os produtos que comprei estavam novos, ainda embalados no plástico original.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul style="text-align: justify;"&gt;&lt;li&gt;Este ano também iniciei uma nova campanha de AD&amp;amp;D, com jogadores que ainda não conheciam o sistema. O cenário escolhido foi justamente Al-Qadim. E a campanha continuará neste ano.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul style="text-align: justify;"&gt;&lt;li&gt;Dando continuidade ao meu plano de conhecer um jogo ou sistema novo por ano, em 2010 o escolhido foi Call of Cthulhu (eu sei que o jogo é antigo à beça, mas eu ainda não o conhecia). Parece ser interessante. Os jogadores que se cuidem... &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Até a próxima.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-1120630572501870744?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/1120630572501870744/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=1120630572501870744' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/1120630572501870744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/1120630572501870744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2011/01/retrospectiva-2010.html' title='Retrospectiva 2010'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-5920169585922424186</id><published>2010-10-22T00:24:00.001-02:00</published><updated>2010-10-27T22:45:09.330-02:00</updated><title type='text'>Bom demais pra ser verdade - atualizado</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Atualizado em 26/10/10&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caros, atenção: algumas lojas e livrarias já estão vendendo a trilogia estendida desde este final-de-semana. Eu mesmo comprei a minha nesta terça, dia 26 de outubro. Em breve posto minha resenha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caros, vocês devem se lembrar que em 25 de setembro escrevi neste blog que, após uma espera de sete anos, a Warner Home Video iria finalmente lançar aqui na Banânia onde vivemos a versão estendida da trilogia "Senhor dos Anéis" em DVD.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas como dizem por aí, alegria de pobre dura pouco... descobri hoje que a Warner, sabe-se lá porquê cargas d'água, resolveu adiar o lançamento dos DVD's em uma semana. Agora, a previsão é de 28 de outubro. No site da distribuidora não há nenhuma justificativa para o atraso, e nas lojas também não souberam informar o porquê do adiamento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isso que dá morar em país de terceiro mundo...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-5920169585922424186?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/5920169585922424186/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=5920169585922424186' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/5920169585922424186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/5920169585922424186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2010/10/bom-demais-pra-ser-verdade.html' title='Bom demais pra ser verdade - atualizado'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-4241169301329234431</id><published>2010-10-17T13:05:00.003-02:00</published><updated>2010-10-17T13:08:53.593-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>Últimas palavras</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns anos atrás, circulou pela internet um arquivo com diversas frases finais ditas por personagens de RPG. Algumas soavam genuínas, outras meio forçadas, mas a maioria era muito engraçada. Lembrando disso, resolvi compilar algumas frases que já ouvi em jogos que participei como mestre ou como jogador - e que quase sempre resultam em tragédia ou situações complicadas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Caso você tenha alguma frase do gênero que queira compartilhar, fique à vontada para postar nos comentários. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;"Fique tranqüilo. Sei exatamente o que estou fazendo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Vamos nos separar."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É só um &lt;i&gt;beholder&lt;/i&gt; e nós estamos em seis... acho que temos uma boa chance de vencer."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Parece uma serpente-marinha? Eu ataco." (na verdade, era um dragão aquático)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ah, é só um bando de zumbis." (frase dita em Ravenloft)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ah, é só um bando de &lt;i&gt;kobolds&lt;/i&gt; idiotas... eu vou pra cima deles." (os kobolds estavam armados com arcos; um PC morreu e outra ficou à beira da morte)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não preciso da minha armadura, vou deixá-la na taverna."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O [&lt;i&gt;item mágico à escolha&lt;/i&gt;] é meu!" (PC toma para si um item mágico antes de identificá-lo; o item em questão era amaldiçoado)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Este é meu dado da sorte!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"E daí que ele tem balas de prata?" (frase dita em Werewolf: the Apocalypse)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu me escondo dentro do toalete."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu dirijo." (Frase dita num jogo de GURPS; os outros jogadores descobriram, do pior modo possível, que o PC em questão não sabia dirigir)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu cubro a retaguarda."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O mestre jamais faria isso comigo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após os PC's irem dormir, um deles diz: "Vou dar um giro por esta vila... procurar alguma diversão."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Vou pular sobre o gigante!" (dita por um PC que tinha um &lt;i&gt;ring of jumping&lt;/i&gt;; o gigante o acertou no ar com um gople de clava) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Como assim, acabaram as balas? Eu tinha que comprar munição!?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Vou pular pela janela e cair sobre a sela do meu cavalo." &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-4241169301329234431?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/4241169301329234431/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=4241169301329234431' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/4241169301329234431'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/4241169301329234431'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2010/10/ultimas-palavras.html' title='Últimas palavras'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-8813177556915197646</id><published>2010-09-25T18:31:00.001-03:00</published><updated>2010-09-25T18:42:19.392-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Senhor dos Anéis'/><title type='text'>Senhor dos Anéis - Versão Estendida</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não tem a ver com RPG, mas é de interesse aos fãs de fantasia: com praticamente dez anos de atraso em relação ao resto do mundo, eis que finalmente a Warner se redime com os fãs, lançando&amp;nbsp;no Brasil a versão estendida da trilogia "O Senhor dos Anéis". Mas antes tarde do que nunca, não é mesmo? Tem gente chata que vai reclamar, dizer que prefere esperar o Blu-Ray, etc.&amp;nbsp;Dane-se. Eu sei que &lt;strong&gt;eu&lt;/strong&gt; vou comprar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A edição consiste de 12 DVD's - seis com as versões estendidas dos três filmes e outros seis só com extras (veja a foto baixo). A data prevista de lançamento é 21 de outubro, com preço médio de R$ 199,00. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/TJ5p6rjeoAI/AAAAAAAAAFk/r-XYCLN8lEg/s1600/SDA+Estendida.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="243" px="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/TJ5p6rjeoAI/AAAAAAAAAFk/r-XYCLN8lEg/s320/SDA+Estendida.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-8813177556915197646?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/8813177556915197646/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=8813177556915197646' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/8813177556915197646'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/8813177556915197646'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2010/09/senhor-dos-aneis-versao-estendida.html' title='Senhor dos Anéis - Versão Estendida'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/TJ5p6rjeoAI/AAAAAAAAAFk/r-XYCLN8lEg/s72-c/SDA+Estendida.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-7682510599981956231</id><published>2010-09-24T21:17:00.005-03:00</published><updated>2010-10-20T16:27:59.420-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DeD clássico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='história'/><title type='text'>A História do D&amp;D Clássico</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No mercado há 36 anos,&amp;nbsp;Dungeons &amp;amp; Dragons já teve inúmeras edições, e é comum alguns jogadores se confundirem com&amp;nbsp;suas diferentes versões ou mesmo desconhecerem alguns aspectos do jogo. Por exemplo, a versão&amp;nbsp;publicada atualmente deveria ser a 7a edição, e não a&amp;nbsp;4a Edição, já que não leva o título de &lt;i&gt;Advanced Dungeons &amp;amp; Dragons&lt;/i&gt;. Confuso? É só acompanhar o texto abaixo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dungeons &amp;amp; Dragons -&amp;nbsp;versão original (1974)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/TJ0jKe7xJrI/AAAAAAAAAFA/TAxlpdroo1I/s1600/D&amp;amp;D+Original+%2874%29.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" px="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/TJ0jKe7xJrI/AAAAAAAAAFA/TAxlpdroo1I/s1600/D&amp;amp;D+Original+%2874%29.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;﻿&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;A primeira edição de Dungeons &amp;amp; Dragons, conhecida hoje como versão original (OD&amp;amp;D), foi publicada em 1974. Escrita por Gary Gygax e Dave Arneson, consistia de uma caixinha branca com três livretos: &lt;i&gt;Men &amp;amp; Magic&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Monsters &amp;amp; Treasures&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Underground &amp;amp; Wilderness Adventures&lt;/i&gt;. Esta versão do jogo apresentava apenas três classes de personagens (guerreiro, mago e clérigo) e quatro raças (humanos, elfos, anões e hobbits). O sistema de combate era o mesmo do jogo Chainmail, um conjunto de regras de wargaming medieval escrito por Gygax em 1971, embora os autores tenham incluído um sistema opcional de combate que depois seria utilizado nas edições posteriores. O segundo livro do conjunto trazia inúmeros monstros cujas origens remontavam a mitologia e a literatura fantástica.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos dois anos seguintes, a TSR publicou quatro suplementos que expandiam as regras do conjunto original. &lt;i&gt;Supplement I: Greyhawk&lt;/i&gt;, escrito por Gygax e Rob Kuntz,&amp;nbsp;introduzia um novo sistema de combate para facilitar a vida dos jogadores que não estavam acostumados com wargaming.&amp;nbsp;Introduzia, também, duas novas classes de personagens (ladrões e paladinos); novas magias e itens mágicos e novos monstros, como os homens-lagartos e o &lt;i&gt;beholder&lt;/i&gt;, criado por Kuntz.&amp;nbsp;Apesar do nome, este suplemento não trazia nenhuma informação sobre a campanha de Greyhawk.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Supplement II: Blackmoor&lt;/i&gt;, de Dave Arneson, trazia mais duas classes de personagens (o assassino e o monge - este último baseado nos monges shao-lin da China), novas regras de combate e regras para aventuras submarinas, além de novos monstros e criaturas. O suplemento II também ficou famoso por trazer a primeira aventura oficial do jogo, "Temple of the Frog". Assim como o antecessor, Blackmoor não trazia nenhuma informações sobre o cenário criado por Arneson.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/TJ0ntGEWcVI/AAAAAAAAAFU/px0yXVJenVs/s1600/Supplement+II.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" px="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/TJ0ntGEWcVI/AAAAAAAAAFU/px0yXVJenVs/s1600/Supplement+II.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;﻿&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Supplement III: Eldritch Wizardry&lt;/i&gt;, o terceiro suplemento oficial, foi escrito por Gygax e Brian Blume,&amp;nbsp;sendo publicado em 1976. Além de&amp;nbsp;apresentar aos jogadores&amp;nbsp;mais uma nova classe de personagem (o druida), o&amp;nbsp;terceiro suplemento&amp;nbsp;trazia regras para poderes psíquicos, artefatos mágicos, novos monstros (como o mind flayer) e demônios. Logo em seguida, &lt;i&gt;Supplement IV: Gods, Demi-Gods &amp;amp; Heroes&lt;/i&gt;, escrito por Kuntz e Jim Ward, foi lançado, introduzindo panteões mitológicos no jogo. Posteriormente, este suplemento serviria de base para outros produtos das edições "Avançadas", como &lt;i&gt;Legends &amp;amp; Lore&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Robert Kuntz chegou a produzir o manuscrito de um quinto suplemento (chamado &lt;i&gt;Kalibruhn&lt;/i&gt;), que acabou não sendo publicado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;D&amp;amp;D Basic Set (1977)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/TJ0nq7ECahI/AAAAAAAAAFI/vjEtmuluvYc/s1600/D&amp;amp;D+Basic+Set+%28Holmes+-+77%29.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" px="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/TJ0nq7ECahI/AAAAAAAAAFI/vjEtmuluvYc/s1600/D&amp;amp;D+Basic+Set+%28Holmes+-+77%29.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;﻿&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após o estrondoso - e inesperado - sucesso do jogo original, Gary e outros designers da TSR propuseram uma nova versão de Dungeons &amp;amp; Dragons, com regras mais coesas, mais estruturadas, que apresentassem mais opções aos jogadores&amp;nbsp;e que tornassem o jogo compreensível para os meros mortais que não tivessem familiaridade com &lt;i&gt;wargaming&lt;/i&gt;. Por volta de 1976, o Dr. John Eric Holmes, médico neurologista e escritor, procurou Gygax com a intenção de elaborar uma versão revisada do jogo original. Gygax, que a princípio queria focar nas regras avançadas, concordou com a idéia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1977 foram lançadas duas versões do jogo: o &lt;i&gt;Advanced Dungeon &amp;amp; Dragons&lt;/i&gt;, escrito por Gygax, e o &lt;i&gt;Dungeons &amp;amp; Dragons Basic Set&lt;/i&gt;, escrito pelo dr. Holmes e baseado no jogo original, mas planejado como uma versão introdutória do jogo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta segunda edição do D&amp;amp;D trazia, em uma caixa, um livro de regras de 48 páginas, um conjunto de seis dados e uma aventura (B1: In Search of the Unknown; na versão comercializada entre 1979 e 1982, porém, a caixa vinha com outro módulo, B2: The Keep on the Borderlands).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mais informações sobre o doutor&amp;nbsp;J. Eric Holmes, que faleceu em 20 de março&amp;nbsp;deste ano, podem ser encontradas &lt;a href="http://www.erbzine.com/mag31/3149.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;D&amp;amp;D Basic/Expert Sets (1981)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/TJ0nsINND1I/AAAAAAAAAFM/9jx59LtuYcs/s1600/D&amp;amp;D+BX+%28Moldvay-Cook+81%29.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" px="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/TJ0nsINND1I/AAAAAAAAAFM/9jx59LtuYcs/s320/D&amp;amp;D+BX+%28Moldvay-Cook+81%29.jpg" width="241" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;﻿&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1981 o jogo original ganhou sua segunda revisão. Ao contrário das versões anteriores, esta "terceira edição" foi planejada como um produto&amp;nbsp;massificado - era&amp;nbsp;verdadeiramente um jogo introdutório voltado a um público mais jovem que travava o primeiro contato com os RPGs e, portanto, tinha um caráter mais didático e regras mais simples do que as versão anteriores. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para esta versão foram lançadas duas caixas: o Basic Set, escrito por Tom Moldvay, trazia um livro de regras de 64 páginas para personagens de&amp;nbsp;níveis 1 a 3, o módulo B2 e um conjunto de seis dados; e o Expert Set, escrito por Dave "Zeb" Cook, que trazia um livro de regras de 64 páginas para personagens de níveis 4 a 14, um conjunto de dados e a aventura &lt;i&gt;X1: Isle of the Dread&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;D&amp;amp;D BECMI (1983 a 1990)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/TJ0nqJRJnGI/AAAAAAAAAFE/a_z0hjsOeNo/s1600/D&amp;amp;D+Basic+%28Mentzer+-+83%29.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" px="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/TJ0nqJRJnGI/AAAAAAAAAFE/a_z0hjsOeNo/s320/D&amp;amp;D+Basic+%28Mentzer+-+83%29.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A quarta edição (e terceira revisão) de Dungeons &amp;amp; Dragons foi lançada em 1983 - no mesmo ano de lançamento do desenho animado &lt;i&gt;Caverna do Dragão&lt;/i&gt;. O&amp;nbsp;designer responsável por esta nova versão foi Frank Mentzer. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A nova versão era a mais ambiciosa até então,&amp;nbsp;consistindo de uma série de cinco caixas distintas: &lt;i&gt;Basic Rules&lt;/i&gt; (vermelha, para personagens de níveis 1 a 3), &lt;i&gt;Expert Rules&lt;/i&gt; (azul-clara, 4 a 14), &lt;i&gt;Companion Rules&lt;/i&gt; (verde, 15 a 25), &lt;i&gt;Master Rules&lt;/i&gt; (preta, 16 a 36) e &lt;i&gt;Immortal Rules&lt;/i&gt; (dourada, para "Imortais", personagens que transcenderam os níveis de personagens e se tornaram verdadeiros semi-deuses).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muitos jogadores se referem à edição de Frank Mentzer como BECMI (uma abreviação de "&lt;i&gt;Basic, Expert, Companion, Master &amp;amp; Immortals&lt;/i&gt;").&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/TJ07Egtlh0I/AAAAAAAAAFg/sFIclt4B6Pc/s1600/D&amp;amp;D+Immortals+%28Mentzer+-+83%29.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" px="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/TJ07Egtlh0I/AAAAAAAAAFg/sFIclt4B6Pc/s320/D&amp;amp;D+Immortals+%28Mentzer+-+83%29.jpg" width="237" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;﻿&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="border: medium none;"&gt;﻿&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todas as caixas traziam dois livros (um livro dos jogadores com 64 páginas e um livro do mestre com 48 páginas) e um conjunto de dados. Todas as capas foram pintadas por Larry Elmore. Além destas caixas, a TSR publicou uma série de&amp;nbsp;quinze Gazetteers que descreviam os diversos reinos e povos de Mystara, o cenário oficial das aventuras de Dungeons &amp;amp; Dragons, além da expansão &lt;i&gt;Hollow World&lt;/i&gt;, um dos melhores acessórios de D&amp;amp;D, que descrevia o interior de Mystara como um planeta oco onde, como nas histórias de Tarzã, ainda residiam algumas civilizações antigas e esquecidas de Mystara, baseadas nos romanos, egípcios e aztecas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;D&amp;amp;D Rules Cyclopedia (1991)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/TJ0nspcoK3I/AAAAAAAAAFQ/gPYKt-4CTZA/s1600/Rules+Cyclopedia+%2891%29.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" px="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/TJ0nspcoK3I/AAAAAAAAAFQ/gPYKt-4CTZA/s1600/Rules+Cyclopedia+%2891%29.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após o lançamento da segunda edição de AD&amp;amp;D em 1989, a TSR decidiu reunir as caixas de sua série "básica" (que a esta altura havia se tornado tão complexa e elaborada quando sua irmã "avançada") um um volume único e gigantesco, a &lt;i&gt;Rules Cyclopedia&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Compilada e revisada por Aaron Allston, a quinta edição de Dungeons &amp;amp; Dragons era um volume de capa dura e 306 páginas, que trazia &lt;b&gt;todas&lt;/b&gt; as regras necessárias para mestres e jogadores para personagens de níveis 1 a 36 (as regras para personagens Imortais foram lançadas em um suplemento à parte, também escrito por Allston e chamado &lt;i&gt;Wrath of the Immortals&lt;/i&gt;), descrições de monstros e&amp;nbsp;informações sobre Mystara e o Hollow World, além&amp;nbsp;de regras para conversão de personagens de D&amp;amp;D para AD&amp;amp;D e vice-versa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de ser um produto de primeiríssima qualidade, a &lt;i&gt;Rules Cyclopedia&lt;/i&gt; marcou o canto do cisne do D&amp;amp;D Clássico, sendo publicada somente até 1996.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-7682510599981956231?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/7682510599981956231/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=7682510599981956231' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/7682510599981956231'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/7682510599981956231'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2010/09/historia-do-d-classico.html' title='A História do D&amp;D Clássico'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/TJ0jKe7xJrI/AAAAAAAAAFA/TAxlpdroo1I/s72-c/D&amp;D+Original+%2874%29.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-7738449471030827274</id><published>2010-09-22T02:13:00.002-03:00</published><updated>2010-09-22T12:17:17.606-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gygax'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='frases'/><title type='text'>Frase do dia</title><content type='html'>Resposta do eterno Dungeon Master, E. Gary Gygax, sobre a versão d20 do D&amp;amp;D, em uma &lt;a href="http://pc.gamespy.com/articles/538/538820p2.html"&gt;entrevista ao site Gamespy&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Gamespy: O senhor já teve a oportunidade ver ou jogar a versão atual do Dungeons &amp;amp; Dragons?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Gygax: Sim, eu dei uma olhada, mas não posso dizer que sou fã. O novo D&amp;amp;D tem regras demais. O Dungeon Master deixou de ser um verdadeiro mestre-do-jogo para ser relegado ao papel de animador de auditório. [O novo D&amp;amp;D] removeu os arquétipos, é focado exclusivamente em combate e nos poderes dos personagens, perdeu o aspecto cooperativo de grupo, abastardou o sistema de classes de personagem e me lembra mais um jogo de super-heróis de quadrinhos do que um jogo de RPG de fantasia medieval [...]. Agora, você quer mesmo que eu dê minha opinião?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-7738449471030827274?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/7738449471030827274/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=7738449471030827274' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/7738449471030827274'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/7738449471030827274'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2010/09/frase-do-dia.html' title='Frase do dia'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-8871514714207954569</id><published>2010-09-21T23:46:00.004-03:00</published><updated>2010-10-17T12:35:38.378-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenhas'/><title type='text'>Resenha: Castles &amp; Crusades</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/TJmRhReYIGI/AAAAAAAAAE4/Xi9DJMy7c-k/s1600/C%26C.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" qx="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/TJmRhReYIGI/AAAAAAAAAE4/Xi9DJMy7c-k/s320/C%26C.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;﻿&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Castles &amp;amp; Crusades (o nome é uma homenagem à "Castle &amp;amp; Crusade Society", clube de wargaming fundado por Gary Gygax em 1968) é um RPG de fantasia medieval publicado pela editora &lt;a href="http://www.trolllord.com/"&gt;Troll Lord Games&lt;/a&gt;. Lançado em 2004, e já na 4a impressão, Castles &amp;amp; Crusades é tudo o que a 3a edição de AD&amp;amp;D poderia - e deveria - ter sido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Mecânicas de jogo&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Qualquer jogador das versões anteriores de AD&amp;amp;D vai se sentir em casa, já que as premissas básicas de criação de personagens são praticamente as mesmas: o jogador determina seis atributos por meio de dados, escolhe uma raça (dentre as sete opções disponíveis) e uma classe de personagem (de um total treze opções).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O jogo utiliza um conjunto de regras conhecido como SIEGE, que é uma variante simplificada do sistema d20. O sistema de resolução de combate, por exemplo, segue a mesma regra de d20 + modificador de atributo + bônus diversos, e quanto maior o resultado, melhor; por outro lado, toda a bagagem desnecessária do d20 inexiste em C&amp;amp;C - o jogo não tem classes de prestígio ou talentos e as mecânicas de jogo, principalmente no que tange o combate,&amp;nbsp;são abstratas e&amp;nbsp;fluidas,&amp;nbsp;dispensando os supostos "elementos táticos" como ataques de oportunidade ou a necessidade de&amp;nbsp;battlemats e miniaturas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma das principais características do sistema SIEGE são os "prime attributes" (atributos primários em tradução livre), isto é, aqueles atributos dentre os seis que são os mais importantes para seu personagem - por exemplo, um personagem que tenha Inteligência como&amp;nbsp;atributo primário&amp;nbsp;é considerado um gênio. Cada personagem tem dois "prime attributes": um determinado pela classe do PC e outro determinado pelo jogador. Personagens humanos podem selecionar um terceiro "prime".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Atributos primários influenciam no nível de dificuldade dos testes de resistência (há seis deles, cada um vinculado a um dos atributos) e dos próprios testes de atributos. Por exemplo, um teste de atributo ou resistência de um atributo primário tem dificuldade 12; um teste envolvendo um atributo secundário tem dificuldade 18.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Raças e classes&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para quem conhece Advanced Dungeons &amp;amp; Dragons, as raças disponíveis não são nenhuma novidade: humanos, anões, halflings, gnomos, elfos, meio-elfos e meio-orcs. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém, convém destacar alguns pontos:&amp;nbsp;os halflings de Castles &amp;amp; Crusades são halflings &lt;b&gt;genuínos&lt;/b&gt; de AD&amp;amp;D (isto é, hobbits!) ao invés das versões "light" dos kender introduzidas nas versões recentes;&amp;nbsp;os meio-elfos, assim como&amp;nbsp;os meio-elfos de&amp;nbsp;Tolkien, devem escolher qual de suas "metades" é a dominante; e os gnomos são idênticos aos da 1a Edição do AD&amp;amp;D - seres da florestas especializados em ilusões, e não "cientistas loucos" ou "zombeteiros".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As treze classes de personagem seguem a listagem da 1a Edição: guerreiro, &lt;i&gt;ranger&lt;/i&gt;, paladino, cavaleiro (knight), bárbaro, mago, ilusionista, ladino (rogue), bardo, assassino, clérigo, druida e monge oriental.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um dos aspectos mais interessantes é que estas classes, ao mesmo tempo que remontam às suas versões da 1E/2E, possuem certas peculiaridades interessantes no C&amp;amp;C. Por exemplo, &lt;i&gt;rangers&lt;/i&gt;, paladinos e bardos não lançam magias. O &lt;i&gt;ranger&lt;/i&gt; é um guerrilheiro e batedor, similar à primeira edição. Bardos são mais parecidos com skalds nórdicos do que com menetréis pseudo-celtas.&amp;nbsp;O "ladino" nada mais é do que o ladrão aventureiro de outrora. E o clérigo volta a lembrar os templários e hospitalários que originalmente serviram de inspiração a esta classe de personagem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Druidas e ilusionistas possuem listas de magias particulares às classes de personagem, e muitas magias voltaram a ter as "penalidades" das edições antigas (por exemplo, um personagem que receba uma magia &lt;i&gt;haste&lt;/i&gt; irá envelhecer um ano - como ocorria na 1E/2E).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Pontos altos&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A arte da capa e as ilustrações internas são muito bonitas e ajudam a "entrar no clima" do jogo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O sistema de regras é simples e flui muito bem durante o jogo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O Mestre (aqui chamado de "Castle Keeper") não perde tanto tempo com características inúteis de antagonistas e NPC's.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;As regras são, na verdade,&amp;nbsp;orientações que podem ser adequadas às necessidades de cada grupo, e não regras rígidas que devem ser seguidas ao pé da letra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O sistema é compatível com todas as edições de (A)D&amp;amp;D, o que torna possível utilizar suas aventuras e materiais antigos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Muitos autores da época clássica, como Rob Kuntz e Jim Ward, estão escrevendo livros e artigos para o sistema.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Pontos baixos&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Castle Keeper" é um nome ruizinho à beça. Mas, até aí, já é implicância minha.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Castles &amp;amp; Crusades não é um jogo para todos os públicos, infelizmente. Quem gosta dos aspectos mais "munchkinescos" das versões recentes de D&amp;amp;D poderá se decepcionar. Por outro lado, para quem prefere um sistema de jogo mais simples e abstrato, com um sabor de "old school", C&amp;amp;C é uma opção perfeita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-8871514714207954569?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/8871514714207954569/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=8871514714207954569' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/8871514714207954569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/8871514714207954569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2010/09/resenha-castles-crusades.html' title='Resenha: Castles &amp; Crusades'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/TJmRhReYIGI/AAAAAAAAAE4/Xi9DJMy7c-k/s72-c/C%26C.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-8421873758833754747</id><published>2010-09-21T11:11:00.001-03:00</published><updated>2010-09-21T11:13:16.311-03:00</updated><title type='text'>Voltei!</title><content type='html'>Pois é, depois de um longo e tenebroso inverno de mais ou menos oito meses, voltei ao blog. Aguardem para hoje e para os próximos dias váris postagens.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-8421873758833754747?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/8421873758833754747/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=8421873758833754747' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/8421873758833754747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/8421873758833754747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2010/09/voltei.html' title='Voltei!'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-7319547811558585128</id><published>2010-01-27T19:32:00.004-02:00</published><updated>2010-01-27T19:37:41.101-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><title type='text'>Literatura</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desde os seus primórdios, o (A)D&amp;amp;D sempre teve forte influência da literatura fantástica. Muitos dos conceitos que hoje são imediatamente associados ao jogo – como as diferentes raças, tendências/alinhamento, mundos elaborados, criaturas fantásticas, etc. – foram inspirados, e às vezes plagiados, de diversos autores de fantasia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso fica bem claro na primeira edição do Dungeon Master’s Guide, publicada em 1979, onde o autor, Gary Gygax, incluiu um apêndice com uma lista de livros e autores de Fantasia Épica e Espada &amp;amp; Feitiçaria que inspiraram o jogo e que poderiam servir de inspiração para os Mestres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem tiver curiosidade, este site &lt;a href="http://www.hahnlibrary.net/rpgs/sources.html"&gt;traz uma cópia da lista&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Espada &amp;amp; feitiçaria - os primórdios&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A 1ª Edição tem uma forte influência do gênero &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Espada &amp;amp; Feitiçaria&lt;/span&gt;, especialmente em seus primeiros anos. Esse estilo, do qual um dos maiores expoentes são as aventuras de Conan, o Bárbaro, escritas por Robert E. Howard, tem como características a ênfase na ação e aventura e a presença de elementos mágicos e sobrenaturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora isso possa definir a literatura de fantasia de modo geral, ao contrário da Fantasia Épica, os protagonistas de Espada &amp;amp; Feitiçaria tendem a ser amorais, dificilmente abraçando valores morais ou éticos absolutos; sua motivação normalmente é a busca pela riqueza ou a fuga de uma vida tediosa e medíocre - e mesmo quando um desses personagens age moralmente ou faz alguma boa ação, o faz de modo incidental à sua busca por fama, glória e fortuna - e seus conflitos tendem a ser mais pessoais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma, as sociedades descritas pelos autores tendem a ser amorais ou decadentes – a cidade de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lankhmar&lt;/span&gt;, por exemplo, palco da maioria das aventuras de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fafhrd&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Grey Mouser&lt;/span&gt;, é um antro de crime e corrupção; e os reinos civilizados encontrados por Conan em suas andanças são, com raras exceções, decadentes e corruptos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É daí que vêm muitas das características da Velha Escola do RPG: aventureiros em busca de tesouros e fama (e o modo mais rápido de conseguir ambas as coisas é explorando masmorras esquecidas, derrotando os monstros que lá habitam e saindo com a burra cheia de moedas de ouro), ameaças e conflitos regionais, e uma certa ambigüidade moral dos PC’s.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses elementos estão presentes não somente nas aventuras do bárbaro cimério, mas nas obras de muitos outros autores de Espada &amp;amp; Feitiçaria que influenciaram a 1ª Edição, como:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fritz Leiber, e as aventuras de Fafhrd &amp;amp; Grey Mouser em Lankhmar&lt;br /&gt;Michel Moorcock, e a série Elric&lt;br /&gt;Karl Edward Wagner, e a série Kane&lt;br /&gt;Clark Ashton Smith, e série Zothique&lt;br /&gt;Lin Carter, particularmente a série Thongor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fantasia épica - a segunda fase&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o início dos anos 80, uma nova geração de designers chegou à TSR, editora que publicava o AD&amp;amp;D, e ao contrário de Gygax, Arneson e Blume, essa "nova geração" trouxe consigo uma nova influência literária nos cenários e aventuras publicados para o jogo: a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fantasia Épic&lt;/span&gt;a.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das maiores fraquezas do AD&amp;amp;D até então era a falta de um cenário de campanha mais elaborado. Embora fosse o sistema mais popular entre os jogadores, não havia nenhum cenário comparável ao de jogos como &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Chivalry &amp;amp; Sorcery&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Glorantha&lt;/span&gt; ou &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Empire of the Petal Throne&lt;/span&gt; (o fantástico mundo de Tekúmel, do professor M.A.R. Barker).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro cenário oficial de AD&amp;amp;D foi &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Greyhawk&lt;/span&gt;, criado por Gygax e palco da maioria das aventuras oficiais do jogo desde o lançamento do D&amp;amp;D original. Porém, o cenário, seus reinos e geografia só começaram a ser descritos com mais detalhes em uma série de artigos publicados na Dragon Magazine a partir de 1979. No ano seguinte, um suplemento detalhando o cenário foi lançado (e depois relançado em formato caixa, com mais detalhes, em 1983). Embora o mundo de Oerth, oferecesse um cenário incrível e divertido, infelizmente nunca se tornou muito popular, e foi deixado de lado após Gygax deixar a TSR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso mudou com a publicação da linha &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Dragonlance&lt;/span&gt; em 1984, composta por uma série de módulos de aventura e romances de fantasia. Capitaneado por Tracy Hickman e Margaret Weis, Dragonlance era um universo compartilhado, ao contrário de Greyhawk, que trazia muito da visão particular de Gygax. Em sua criação participaram nomes de peso, como Roger E. Moore, Douglas Niles e John Terra, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos esses designers tinham em comum, além da paixão pelo jogo, o gosto pela Fantasia Épica, subgênero da literatura fantástica que voltou a ganhar popularidade na década de 1960. A obra mais famosa desse gênero, ou pelo menos uma das mais conhecidas, é O Senhor dos Anéis, escrito por J. R. R. Tolkien.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de Tolkin, podemos citar como outros grandes autores de Fantasia Épica e suas obras:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C. S. Lewis e suas Crônicas de Nárnia&lt;br /&gt;Robert Jordan e a série The Wheel of Time&lt;br /&gt;Roger Zelazny e a série Amber&lt;br /&gt;Terry Brooks e a série Shannara&lt;br /&gt;Jack Vance e sua saga arturiana The Lyonesse Trilogy&lt;br /&gt;Anne McCaffrey e as trilogias Dragonriders of Pern&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normalmente, obras de Fantasia Épica possuem enredos grandiosos e abrangentes. O conflito entre o bem e o mal é um tema importante em muitas delas, e seus protagonistas são nobres e heróicos, dispostos a sempre fazer aquilo que é certo em nome de um bem maior. O conflito externo contra antagonistas malignos e a objetividade moral e ética são características sempre presentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elementos fantásticos e sobrenaturais, como elfos, anões, fadas, dragões, buscas  heróicas e missões épicas são mais proeminentes do que no gênero Espada &amp;amp; Feitiçaria – onde o sobrenatural tem caráter mais sutil – e os mundos e cenários onde se passam as histórias são incrivelmente detalhados em todos os seus aspectos, desde a geografia e lingüística até a religião e política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem conhece Dragonlance – pelo menos a trilogia original – é fácil identificar muitos desses elementos. Com o sucesso estrondoso do cenário, tanto dos módulos quanto dos romances no início da década de 1980 e a saída de Gary Gygax da TSR 1985, a maior parte dos cenários e aventuras de AD&amp;amp;D passou a seguir uma linha mais épica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa tendência se consolidou em 1989 com a publicação da 2ª Edição do AD&amp;amp;D, que trouxe junto consigo diversos cenários fantásticos e épicos, que tinham todas as características da Fantasia Épica; até mesmo cenários que foram originalmente criados com características de Espada &amp;amp; Feitiçaria (como Greyhawk e Mystara) posteriormente foram revisados, assumindo um tom mais épico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-7319547811558585128?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/7319547811558585128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=7319547811558585128' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/7319547811558585128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/7319547811558585128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2010/01/literatura.html' title='Literatura'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-970624183649300352</id><published>2010-01-27T18:53:00.002-02:00</published><updated>2010-01-27T19:36:11.548-02:00</updated><title type='text'>Bizarrices do Blogger</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por alguém motivo estranho, dois posts que fiz anteriormente sobre literatura desapareceram. Vou postá-los novamente na seqüência, em um único post.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-970624183649300352?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/970624183649300352/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=970624183649300352' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/970624183649300352'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/970624183649300352'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2010/01/bizarrices-do-blogger.html' title='Bizarrices do Blogger'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-1768443124003066913</id><published>2010-01-24T00:17:00.005-02:00</published><updated>2010-01-24T23:28:33.688-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cenários'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Forgotten Realms'/><title type='text'>Forgotten Realms - uma nova perspectiva</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/S1uuUpCyoXI/AAAAAAAAAEg/MrmDLuNouTc/s1600-h/Forgotten+Realms+caixa+cinza.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 244px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/S1uuUpCyoXI/AAAAAAAAAEg/MrmDLuNouTc/s320/Forgotten+Realms+caixa+cinza.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5430125445363442034" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem jogou AD&amp;amp;D na década de 90 deve se lembrar da onipresença de Forgotten Realms. Posso afirmar que praticamente 75% das campanhas de grupos que utilizavam os cenários da TSR eram ambientadas em Faerûn, e quem nunca jogou neste cenário (há alguém?) certamente conheceu alguém que jogou. E tentar encontrar um grupo que preferisse Dragonlance ou Greyhawk era uma missão árdua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como sempre fui do contra e achava – e ainda continuo achando – que quase “toda unanimidade é burra” (há exceções), na época, eu odiava Forgotten Realms. Claro, não somente pelo fato de ser uma unanimidade entre os jogadores, mas porquê o cenário apresentava graves defeitos: a religião não fazia sentido; a geografia não fazia sentido; havia características da Renascença e Era das Explorações convivendo com a Alta Idade Média ou a Antigüidade; o mundo estava cheio de NPC ultra-poderosos, que não passavam de um bando de “Mary Sues” literárias; a magia era banal; os viões eram cartunescos e ridículos; sem falar de Elminster, que nunca passou de uma cópia cretina de quinta categoria do Gandalf. Para mim a popularidade do cenário era devida ao infinito número de suplementos e romances publicados, e não necessariamente à sua qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase tudo em Forgotten Realms me incomodava de um modo ou de outro. É verdade que havia algumas idéias e conceitos espalhados pelo cenário que eu achava geniais – mas, no geral, estavam enterradas em meio a um monte de bobagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, ano passado tive a possibilidade de ler o primeiro cenário de campanha de Forgotten Realms, a famosa “caixa cinza”, publicada em 1987, ainda na 1ª Edição do AD&amp;amp;D, cuja capa ilustra este artigo. E, acredite ou não, mudei minha opinião – pelo menos em relação ao conceito original dos Reinos Esquecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A campanha descrita na caixa cinza, ainda fortemente ligada à visão de seu criador, Ed Greenwood, não traz nenhum dos vícios e defeitos do período pós “Guerra dos Avatares”. Em muitos aspectos, é bastante similar a Greyhawk, ou mesmo Mystara. O cenário é apresentado na forma de uma enciclopédia., e as descrições de lugares não são tão minuciosas quanto nos suplementos posteriores mas, ainda assim, contém idéias criativas para alimentar diversas campanhas. A maioria dos NPC’s apresentados estão por volta do 9º nível – e os verdadeiramente poderosos, como Elminster, aparecem apenas como “parte do cenário”, e não como os super-heróis onipresentes que tiram os PC’s da ribalta. Os adversários e ameaças são interessantes, perigosos e atuantes em nível regional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais importante, o cenário da caixa cinza é apresentado como um lugar onde o mal espreita em cada canto e que, por isso, necessita desesperadamente de heróis, e não meros “aventureiros”. Em outras palavras, é um cenário muito bom para uma campanha de fantasia heróica em mundo aberto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você gosta de Forgotten Realms, e principalmente se você não gosta, faça um favor a si mesmo: ignore tudo o que foi publicado após a famigerada “Guerra dos Avatares”. Tente obter uma cópia do Forgotten Realms Campaign Set, a famosa caixa cinza. Leia o material sem preconceitos, e você descobrirá, como eu descobri, um grande cenário de RPG.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem sabe, você pode até mudar sua opinião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até a próxima,&lt;br /&gt;Ricardo&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-1768443124003066913?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/1768443124003066913/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=1768443124003066913' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/1768443124003066913'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/1768443124003066913'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2010/01/forgotten-realms-uma-nova-perspectiva_24.html' title='Forgotten Realms - uma nova perspectiva'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/S1uuUpCyoXI/AAAAAAAAAEg/MrmDLuNouTc/s72-c/Forgotten+Realms+caixa+cinza.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-5132163817025862113</id><published>2009-12-19T12:18:00.004-02:00</published><updated>2009-12-19T12:25:18.654-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas de mestre'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>Mestres ruins de doer</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com 18 anos de experiência como Mestre e jogador de RPG, já vi muita coisa em uma mesa de jogo. Algumas engraçadas, outras ridículas. A lista abaixo é uma compilação bem-humorada, debochada e politicamente incorreta de certos estereótipos de Mestres que encontrei nesse tempo. Todos os casos abaixo são reais – acreditem, eu não sou tão criativo assim – mas os nomes foram omitidos para preservar os inocentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Carrasco&lt;/span&gt;: também chamado de “Assassino em série”, o maior prazer desse DM é matar personagens de jogadores. Ele faz uso de qualquer recurso à sua disposição, arbitrário ou não, para acabar com os PC’s. Ele adota uma atitude de “eu contra os jogadores”, e sua alegria é diretamente proporcional à quantidade de personagens mortos em suas sessões. Podemos reconhecer Mestres Carrascos pelas marcas em sua tela – uma para cada PC que ele matou – e pela risada maquiavélica que ele dá sempre que um personagem morre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Paranóico&lt;/span&gt;: assim como o Carrasco, o Paranóico não hesita em eliminar personagens arbitrariamente. Porém, ele não o faz pelo prazer da matança, mas por acreditar que os PC’s estão ficando “muito poderosos” – o que, na visão desse Mestre é por volta do 5º nível – e que isso fará com que ele perca o controle do jogo. Esse é o tipo de DM que joga personagens de 3º ou 4º nível contra dragões e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;beholders&lt;/span&gt;, ou faz o PC cair de uma escadaria (e morrer) só por olhar para trás. O grupo jamais põe a mão num item mágico, e quando o faz, nunca consegue identificá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Protagonista&lt;/span&gt;: um dos tipos mais chatos de Mestre, o protagonista quer ser as duas coisas ao mesmo tempo – jogador e narrador. Dada a impossibilidade de clonar a si próprio e jogar com suas cópias, este DM cria um NPC,  normalmente um avatar idealizado de si, que é mais poderoso, mais esperto, mais bonito e melhor que todos os outros PC's. Em suma, uma versão &lt;a href="http://tvtropes.org/pmwiki/pmwiki.php/Main/MartyStu"&gt;Marty Stu&lt;/a&gt; do mestre. Nas sessões de jogo, esse PC/NPC se torna líder do grupo (os PC's são meros coadjuvantes ou &lt;span style="font-style: italic;"&gt;sidekicks&lt;/span&gt;), enfrenta sozinho os oponentes mais poderosos, salva o mundo e ainda chega em casa para jantar com a família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Despreparado&lt;/span&gt;: este tipo de DM tem um defeito imperdoável: incapacidade de improvisar. Em suas aventuras, sejam elas criações próprias ou cenário prontos, ele entra em desespero se os PC’s fazem algo inesperado, e chega a adotar medidas extremas para impedir as ações dos personagens tirando, assim, o livre-arbítrio dos jogadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Diretor de Cinema&lt;/span&gt;: estes são os Mestres que adoram criar aventuras ou campanhas baseadas em filmes, séries de TV ou livros, dos quais eles normalmente são fãs. Esse DM é chato por dois motivos: além de limitar ou interferir na criação de personagens (às vezes chegando até ao extremo de entregar PC’s prontos aos jogadores), ele não admite que os jogadores se desviem de seu “roteiro”, pois “não foi assim que os personagens do filme/série/livro agiram nesta situação”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-5132163817025862113?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/5132163817025862113/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=5132163817025862113' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/5132163817025862113'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/5132163817025862113'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2009/12/mestres-ruim-de-doer.html' title='Mestres ruins de doer'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-8838065933145242175</id><published>2009-12-18T20:25:00.002-02:00</published><updated>2009-12-18T20:30:43.763-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas de mestre'/><title type='text'>Faça o teste... ou morra!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como comentei em uma postagem anterior, a obsessão com equilíbrio que tomou de assalto nosso querido jogo a partir de sua versão d20 foi responsável por tirar do jogo certas ferramentas ou mecânicas do DM que pudessem ser consideradas “arbitrárias”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos velhos tempos, era comum que os personagens se encontrassem em certas situações em que deviam ser bem-sucedidos em um determinado &lt;span style="font-style: italic;"&gt;teste de resistência&lt;/span&gt; (saving throw) para escapar da morte certa, fosse causada por um veneno potente, uma armadilha mortal ou certas magias que podiam desintegrar ou matar instantaneamente o personagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos jogadores foram favoráveis a essa mudança, principalmente os que já se sentiram trapaceados ao perder um personagem querido por um capricho dos dados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora eu entenda esse ponto de vista, e concorde que muitos DM’s “assassinos em série” faziam uso arbitrário deste recurso, ele também, a seu modo, era importante dentro do contexto do jogo, pelo seguinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senão vejamos: aventureiros vivem vidas perigosas, arriscando o pescoço contra criaturas ameaçadoras e poderosas. A maioria não tem uma expectativa de vida muito alta, e enfrentar criaturas que poderiam acabar com um PC com um olhar ou uma mordida venenosa reforça esse aspecto. Qualquer personagem – e seu jogador – tem de ter ciência disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para aqueles que reclamam que é injusto deixar que um dado decida o destino de um PC, eu digo que a vida não tem graça sem um componente aleatório. Há uma cena no filme &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Falcão Negro em Perigo&lt;/span&gt; no qual um dos Rangers é salvo da morte certa quando o AK-47 do guerrilheiro somali emperra. Ok, é um filme. Mas testes de resistência introduzem esse elemento aleatório em situações de vida ou morte e, longe de serem arbitrários ou injustos, oferecem ao personagem uma chance de escapar da morte certa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, finalmente, muitas das criaturas folclóricas e mitológicas presentes no AD&amp;amp;D, como basiliscos e cocatrizes, podiam matar um homem com seu olhar ou hálito. Neste caso, a mecânica do jogo simplesmente reproduz lendas e mitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda assim, há um modo de mestres utilizarem o “faça o teste ou morra” sem parecerem carrascos dos personagens: dê várias dicas aos jogadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, se os PC’s se deparam com uma armadilha mortal que irá matar qualquer um deles que falar em seu teste de resistência, o Mestre pode lhes dar alguns avisos sutis. Por exemplo, se a armadilha for uma lâmina que surge da parede da masmorra e decapita qualquer PC que tentar roubar o Rubi Sangrento, o DM pode descrever as paredes e chão cobertas de sangue, ou incluir esqueletos decapitados no local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se os personagens vão enfrentar uma criatura mortal, como um basilisco, que pode matar um PC com seu sopro, o Mestre pode ir incluindo lendas, pistas e boatos no caminho dos personagens para que eles possam se preparar para o encontro com a fera – bardos e trovadores são excelentes fontes de folclore e lendas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma, não é necessário retirar um recurso do jogo só porquê meia-dúzia de Mestres ruins usa e abusa dele, ou porquê jogadores chorões acham que o Mestre está “sendo injusto”. Basta um pouco de bom-senso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até a próxima!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-8838065933145242175?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/8838065933145242175/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=8838065933145242175' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/8838065933145242175'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/8838065933145242175'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2009/12/faca-o-teste-ou-morra.html' title='Faça o teste... ou morra!'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-6191154271330792532</id><published>2009-11-18T00:32:00.003-02:00</published><updated>2009-12-18T20:25:54.305-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paladinos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cavalaria'/><title type='text'>Código de cavalaria</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/SwNeEyXTiwI/AAAAAAAAAEA/t5vw-mm3yQg/s1600/Accolade+%28small%29.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 180px; height: 257px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/SwNeEyXTiwI/AAAAAAAAAEA/t5vw-mm3yQg/s320/Accolade+%28small%29.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5405267414106737410" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Accolade&lt;/span&gt;, por Edmund Blair Leighton&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eis aqui um código de cavalaria medieval publicado pelo historiador e medievalista francês &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Leon_Gautier"&gt;Léon Gautier&lt;/a&gt; em seu livro &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Le Chevalerie&lt;/span&gt; (1884), que pode ser útil para paladinos e cavaleiros:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Crerás na Igreja e observarás seus preceitos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Defenderás a Igreja;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Respeitarás os fracos, e far-se-á seu protetor;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amarás o país no qual nasceste;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não recuarás diante de teus inimigos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Combaterás os infiéis incessantemente e sem misericórdia;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cumprirás escrupulosamente tuas obrigações para com teu senhor feudal, exceto se estas contrariarem as leis de Deus;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jamais dirás mentiras, e sempre manterás tua palavra;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serás generoso, e doarás aos necessitados;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre, e em todos os lugares, defenderás a justiça e a bondade contra a injustiça e a maldade;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-6191154271330792532?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/6191154271330792532/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=6191154271330792532' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/6191154271330792532'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/6191154271330792532'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2009/11/codigo-de-cavalaria.html' title='Código de cavalaria'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/SwNeEyXTiwI/AAAAAAAAAEA/t5vw-mm3yQg/s72-c/Accolade+%28small%29.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-809364289057296220</id><published>2009-11-17T20:17:00.004-02:00</published><updated>2010-01-06T19:45:38.532-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='armas e armaduras'/><title type='text'>Mitos sobre a katana</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De vez em quando surgem alguns mitos na cultura pop que, sabe-se lá porquê, são aceitos como verdadeiros sem quaisquer questionamentos. Um deles é que a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;katana &lt;/span&gt;(para quem não conhece, um tipo de sabre japonês utilizado pelos samurais) é a melhor espada do mundo, muito superior a qualquer outro tipo de espada. Entretanto, &lt;a href="http://tvtropes.org/pmwiki/pmwiki.php/Main/KatanasAreJustBetter"&gt;segundo o site TV Tropes&lt;/a&gt;, que compila e comenta diversas convenções e clichês da cultura pop contemporânea, não é bem assim, apesar do que vemos em muitos lugares (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Highlander&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Shadowrun&lt;/span&gt;, etc.). Segue abaixo a tradução de algumas partes do texto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O mito de que a cataná é um arma superior às espadas européias – mais especificamente a espada de lâmina larga da Idade Média – é contestável.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O minério de ferro utilizado na fabricação de espadas japonesas é muito inferior àquele utilizado na Europa medieval, o que fazia com que os mestres-armeiros japoneses utilizassem técnicas e processos demorados e caros de remoção das impurezas do ferro, como a “dobradura o aço”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Esse processo é uma técnica comum na fabricação artesanal de armas e não é exclusivo da cutelaria japonesa, embora as lâminas japonesas fossem dobradas mais vezes do que muitas, porém não todas, espadas européias a fim de compensar a baixa qualidade inerente ao ferro local – uma notável exceção eram as espadas viquingues, que normalmente eram feitas com mais dobras do que a maioria das espadas japonesas antigas. Contrário à crença popular, dobrar a lâmina de uma espada não melhora seu fio nem mantém sua capacidade de corte por mais tempo; apenas torna a lâmina mais durável, pois resulta numa distribuição mais homogênea do carbono no aço. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;[...] espadas européias eram tão boas quanto, senão melhores, do que as catanás. Além de serem feitas com material de melhor qualidade, as lâminas das espadas européias possuíam dois gumes e uma ponta – o que tornava seu processo de fabricação muito mais difícil do que de uma espada de um gume. As espadas européias também eram mais versáteis, pois podiam cortar e estocar, [...] e os dois gumes permitiam golpear em ambas as direções. Contrário a outras crenças populares, espadas européias e katanas possuem peso equivalente, e assim como o sabre japonês, longswords e alfanjes também podiam cortar oponentes ao meio. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto ainda menciona que essa diferença na evolução das espadas se deve, em parte, ao tipo de armadura utilizada. Na Europa, com abundância de minério de ferro, e surgimento de diversos tipo de armaduras, da cota de malha até as armaduras de placas do século XV, as armas tinham de ser mais versáteis e ter capacidade de perfuração. Já no Japão medieval, onde as armaduras utilizadas por samurais e ashigaru (soldados de infantaria) eram feitas de metal mole (ferro e latão) e outros materiais não-metálicos, a kataná cumpria sua função perfeitamente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-809364289057296220?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/809364289057296220/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=809364289057296220' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/809364289057296220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/809364289057296220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2009/11/mitos-sobre-katana.html' title='Mitos sobre a katana'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-6035173758360338748</id><published>2009-11-10T00:55:00.003-02:00</published><updated>2009-11-10T01:01:34.337-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='frases'/><title type='text'>Frase do dia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ser um DM perfeito é muito fácil. Tudo o que você precisa é a paciência de Jó, a sabedoria de Salomão, a resistência de Hércules e a serenidade de Madre Teresa&lt;/span&gt;. (AD&amp;amp;D Creative Campaigning, pg. 127)&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-6035173758360338748?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/6035173758360338748/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=6035173758360338748' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/6035173758360338748'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/6035173758360338748'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2009/11/frase-do-dia.html' title='Frase do dia'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-8694103438174801288</id><published>2009-11-10T00:50:00.000-02:00</published><updated>2009-11-10T00:52:47.692-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aranzél'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='role-playing'/><title type='text'>Interpretando personagens</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A maioria dos sistemas de RPG que eu conheço aconselha os narradores e gamemasters a premiar seus jogadores por “boa interpretação de personagens”. Mas o que pode ser considerado uma boa interpretação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Particularmente, eu considero que existem três tipos de jogadores:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Jogadores que incorporam à mesa seu personagem: fazem vozes, acentos, maneirismos, usam acessórios e até peças de vestuário, a fim de “se tornar” o personagem.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Jogadores que interpretam o PC do modo que seu personagem agiria em determinadas circunstâncias e situações, baseando-se em seu alinhamento, vantagens e desvantagens, personalidade, histórico, etc.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Jogadores que vêem seu personagem como uma “abstração” ou alter ego, e que os interpretam como seu fossem uma extensão de si próprios. Em outras palavras, o PC age do mesmo modo que o jogador agiria nessa situação.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;Obviamente, os três modos de interpretação descritos acima são válidos. Não existe “modo correto” de se interpretar um personagem em uma mesa de jogo – ou melhor, o modo correto é aquele com que o jogador e seu grupo se sentem mais à vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como mestre, costumo premiar os três tipos de jogadores – para mim, o que importa é a coerência e o desenvolvimento dos personagens, não importa como o jogador queira interpretá-lo (desde que o interprete, é claro!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando um pouquinho no tempo, lembro do auge dos jogos da White Wolf aqui no Brasil, em que as descrições dos NPC’s traziam dicas para o mestre/narrador interpretá-los corretamente à mesa: modo de falar, postura corporal, acentos, etc. Parecia aula de teatro amador – e quando nenhuma das pessoas à mesa tinha talento para artes dramáticas, ficava ridículo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fim, é uma questão de estilo. Mas a possibilidade de interpretar um personagem é o que faz do RPG uma diversão ímpar e uma constante fonte de inspiração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até a próxima.&lt;br /&gt;Ricardo&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-8694103438174801288?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/8694103438174801288/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=8694103438174801288' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/8694103438174801288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/8694103438174801288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2009/11/interpretando-personagens.html' title='Interpretando personagens'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-8161820110849729813</id><published>2009-11-02T17:35:00.005-02:00</published><updated>2009-11-02T21:21:28.559-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aranzél'/><title type='text'>G.I.M.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao contrário do que possa parecer, esta postagem não será sobre aquele destilado feito à base de zimbro. Este G.I.M. é, na verdade, é um acrônimo para “Grupo inteiro morto” (o modo que escolhi para traduzir a expressão inglesa TPK, ou “total-party-kill”).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decidi abordar este assunto, pois recentemente uma campanha de AD&amp;amp;D 2E que eu vinha mestrando há cerca de seis anos terminou no último feriado com um G.I.M. – embora os jogadores tenham conseguido concluir sua missão a contento (mais ou menos), nenhum dos quatro personagens sobreviveu a um combate contra um lorde zumbi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em dezessete anos como mestre, foi a primeira vez que tive um GIM em uma campanha, embora já tenha visto isso acontecer freqüentemente com outros grupos. Mas, excetuando-se mestres sádicos ou ruins que se divertem matando PC’s (não é meu caso), quais são os fatores que levam à morte de um grupo inteiro de aventureiros? Normalmente isso ocorre durante batalhas contra inimigos poderosos e é provocado por muito azar nos dados, falta de planejamento, falta de estratégia e falta de trabalho de equipe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com relação ao azar nos dados, não há muito que falar – afinal, todo jogador tem seu dia de “dados ruins”. Mas sobre os outros fatores, podemos falar um pouquinho. Vamos a eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Falta de planejamento&lt;/span&gt;: tudo começa aqui. O planejamento adequado é resultado das investigações dos personagens, é o role-playing em si. Normalmente inclui subornar o taverneiro para saber das fofocas recentes, conversar e interagir com os NPC’s, conhecer a área, conversar com seus contatos, pesquisar em bibliotecas, consultar sábios, etc. Jogadores experientes dificilmente pulam esta etapa, embora, às vezes, a estrutura da aventura ou cenário possa limitar o planejamento dos jogadores e seus personagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Falta de estratégia&lt;/span&gt;: também conhecida como “vamos meter o pé na porta”, é um erro comum, mas muitas vezes fatal. Para se enfrentar certos inimigos, principalmente aqueles extremamente poderosos ou cheios de recursos, estratégia é algo fundamental. Todo jogador com certa experiência de jogo já deve ter visto um grupo de aventureiros experientes serem dizimados em algumas rodadas por um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;beholder&lt;/span&gt;, vampiro ou dragão, certo? Pois é, eu já. É sempre aquela história – subestimar seus oponentes (“é só um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;beholder&lt;/span&gt;; nós estamos em cinco!”), excesso de confiança (“e daí que &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ghostwalker &lt;/span&gt;é um dragão? Esqueceram que nós compramos uma &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Tactical_nuclear_weapon%20"&gt;TNW&lt;/a&gt; daquele cara em Seattle?”), impulsividade (“não vou esperar ninguém; estou metendo o pé na porta e entrando com as armas em punho!”) ou simples falta de táticas de ação em grupo (e como todo fã de HQ de super-heróis sabe, isso é fatal para uma equipe).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Falta de trabalho em equipe&lt;/span&gt;: acontece nos melhores grupos, mas acredito que é o principal motivo dos G.I.M. – um grupo de personagens que se conhece e consegue coordenar suas ações acaba compensando as duas “faltas” acima; mas nem a melhor das estratégias funciona em um grupo que não atua de modo coeso. Há vários motivos para isso: individualismo,  inexperiência,  falta de familiaridade com as habilidades do PC ou até a falta de um “líder de campo” (um comentário: ter um líder dentre os PC’s ajuda, mas nem sempre é a solução, pois há jogadores que não apreciam isso). Por outro lado, o trabalho de equipe é intrínseco a alguns cenários (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Werewolf: the Apocalypse&lt;/span&gt;, em que os PC’s formam alcatéias de lobisomens é um dos melhores exemplos, pois uma alcatéia de individualistas não dura muito).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que nem todos os fatores mencionados acima acontecem simultaneamente em uma mesma situação ou sessão de jogo. Mas basta um deles para que o desastre ocorra, como aconteceu com meus jogadores em nossa última sessão - não que eles sejam jogadores ruins; pelo contrário, são experientes e sabem trabalhar em equipe. Mas até mesmo jogadores bons e experientes cometem erros de estratégia de vez em quando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E vocês, já tiveram experiências trágicas ou engraçadas de G.I.M.? Se sim, os comentários estão abertos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até a próxima,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-8161820110849729813?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/8161820110849729813/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=8161820110849729813' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/8161820110849729813'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/8161820110849729813'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2009/11/gim_02.html' title='G.I.M.'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-786392279435483801</id><published>2009-10-17T01:20:00.003-03:00</published><updated>2009-10-17T01:23:55.267-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aranzél'/><title type='text'>Obsessão com "equilíbrio"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há algum tempo atrás estava conversando com um amigo a respeito da terceira edição, e ele me disse que uma das mudanças que ele mais gostou foi a tabela única de experiência para todas as classes de personagens. Eu discordei dele; disse que achava essa mudança absurda e citei esse como mais um dos fatores que me fizeram ignorar a 3E.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, na época, eu não pude oferecer um motivo mais elaborado sobre o porquê uma tabela única de experiência me parecia tão algo bizarro. Hoje vejo que a tabela em si não é o problema, mas sim um sintoma de algo que, a meu ver, é uma neurose das edições mais recentes – a obsessão dos designers com “equilíbrio”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explico: até a segunda edição, as classes de personagem eram bastante distintas entre si, e ninguém, jogadores ou desenvolvedores, jamais viu isso como um problema. Todos sabiam que um mago em seus primeiros níveis de personagem era bastante limitado se comparado a outras classes, mas se tornava o equivalente a uma “arma de destruição em massa” arcana nos níveis mais altos. Um guerreiro, apesar da pouca variedade de opções, era o melhor no que fazia – e o que ele fazia não era nada bonito... hehehe. Somente um ladrão podia bater carteiras, abrir fechaduras com gazuas e mover-se furtivamente; estas eram habilidades exclusivas da classe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ninguém via problema algum nessas discrepâncias. Aliás, tenho cá para mim que isso foi uma decisão consciente dos designers do jogo. Afinal, além de promover maior desenvolvimento do PC, incentivava o trabalho de equipe, pois cada classe, com suas vantagens e desvantagens, se complementava perfeitamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No d20 os designers tentaram nivelar as classes à força, usando uma tabela de experiência universal e atribuindo perícias e talentos a todas as classes – mas ainda assim havia certa diferenciação entre as classes, mínima que fosse. Na versão 4E, isso virou uma obsessão; hoje, as classes de personagens são meras variações cosméticas de um mesmo tema – todas têm as mesmas habilidades e poderes (vide os ridículos "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;healing surges&lt;/span&gt;"), e não há diferenças reais em termos de mecânica de jogo, entre um guerreiro e um ladrão/ladino. Ou seja, o que fazia cada classe única agora foi definitivamente jogado no lixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa "obsessão com equilíbrio", porém, se voltou contra os mestres também. Além de apresentar um sistema que tentou codificar e definir em termos de mecânica de jogo toda e qualquer situação possível, tirando esse tipo de decisão das mãos do mestre, as edições recentes removeram do jogo tudo que um DM tinha em seu arsenal e que era considerado "apelativo" ou "injusto" em relação aos jogadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mortos-vivos que drenam níveis? Nem pensar. Venenos que matam instantaneamente se o jogador falhar um teste de proteção? Esqueça. E não vou nem falar sobre o pobre rust monster, que foi jubilado do jogo só porque meia dúzia de jogadores choramingava por suas espadas terem enferrujado sem motivo aparente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu admito que muitos DM’s ruins abusaram (e abusam) deste tipo de ferramenta, mas não é diminuindo as opções do mestre ou deixando menos espaço para personalização de regras que o jogo ficará "mais equilibrado". Um mestre ruim continuará tomando decisões ilógicas e injustas; um mestre sádico continuará com sua atitude antagônica em relação aos PC’s.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que os designers deveriam ter adotado uma atitude mais franca com o jogo ao invés de tentar resolver algo que não precisava de conserto. Como já dise anteriormente neste blog, não existe sistema perfeito - todos têm seus defeitos e peculiaridades, que podem ser melhorados, desde que isso não descaracterize o sistema em si. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-786392279435483801?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/786392279435483801/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=786392279435483801' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/786392279435483801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/786392279435483801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2009/10/obsessao-com-equilibrio.html' title='Obsessão com &quot;equilíbrio&quot;'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-3136264292789586778</id><published>2009-10-15T08:33:00.004-03:00</published><updated>2009-10-16T22:37:02.788-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='classes de personagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='monges'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='kits de personagem'/><title type='text'>Monges (parte II)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Continuando o artigo anterior, darei algumas sugestões sobre como utilizar monges ocidentais em um cenário “típico” de AD&amp;amp;D – isto é, um cenário de fantasia medieval.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vimos no artigo anterior que os monges da Europa Ocidental medieval, além de levar uma vida de oração e ascetismo, também cumpriam algumas funções sociais e acadêmicas – eles promoviam obras de caridade e assistência a pobres, órfãos e viúvas; eram médicos e curandeiros; eram historiadores, cronistas, teólogos e naturalistas. Muitos também eram artistas, especializados em iluminuras, pinturas e composição musical.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na 2a Edição não há necessidade de criar uma classe de personagem para os monges. Kits de clérigos funcionam muito bem para preencher esta lacuna. Vamos a eles:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Informações gerais dos kits&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;Todo monge tem como desvantagem seus votos monásticos de pobreza, obediência e castidade. Se um PC violar um desses votos ele perde a capacidade de lançar magias até cumprir alguma penitência ou expiação, determinada por seus superiores (geralmente o abade do mosteiro do personagem).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Monges são pacifistas por natureza, e por isso suas armas limitam-se a bastões. Além disso, eles só podem entrar em um combate para defender suas vidas ou de seus companheiros e protegidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devido à rigidez e disciplina exigida na vida monástica e por seu caráter altruísta, de modo geral monges possuem tendência ordeiro/bom – ou, em alguns casos particulares, neutro/bom.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ERUDITO / SÁBIO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Durante a Idade Média na Europa Ocidental, muitos mosteiros se tornaram centros de saber, famosos por suas vastas bibliotecas e coleções de manuscritos; não raro, muitos monges medievais se tornaram sábios e acadêmicos respeitados durante suas vidas, atuando como historiadores, cronistas, acadêmicos, naturalistas, tradutores ou conselheiros de reis e governantes. Muitos monges eruditos viajavam para melhor observar o assunto de seus estudos, e monges historiadores ou cronistas teriam um motivo perfeito para acompanhar grupos de aventureiros. Como exemplo de monges eruditos podemos citar São Beda, o Venerável; o acadêmico Alcuíno de York; ou o monge-detetive Irmão Cadfael, criado pelo escritor Peter Ellis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Requisitos&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;Monges eruditos devem ter Sabedoria 10 ou maior, e Inteligência 12 ou maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Benefícios do kit&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;- eles recebem gratuitamente as NWP Ler/escrever, habilidade artística (iluminura) e habilidade artística (caligrafia).&lt;br /&gt;- Monges eruditos podem utilizar seus pontos de proficiências com armas para comprar NWP’s.&lt;br /&gt;- Sempre recebem abrigo, comida ou auxílio daqueles que compartilham da mesma fé.&lt;br /&gt;- Podem requisitar aos abades de seus mosteiros auxílio na forma de recursos monetários ou equipamento, desde que o pedido seja razoável e esteja relacionado aos interesses do mosteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MÉDICO / HOSPITALÁRIO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Muitas ordens monásticas medievais tinham tradição de estabelecer hospitais para cuidar de doentes, pobres e peregrinos; esse costume surgiu na parte oriental do Império Romano a partir do ano 325 d.C., quando a Igreja determinou que um hospital fosse construído em cada cidade onde houvesse uma sé episcopal. Talvez um dos mais famosos hospitais medievais tenha sido o hospital monástico fundado no início do século VII para atender a peregrinos cristãos da Terra Santa e que funcionou até 1035, quando foi destruído pelo califa muçulmano Tariq Al-Hakim. Muitos hospitais estavam ligados a mosteiros; alguns atendiam à população em geral, enquanto outros tinham propósitos específicos – leprosários ou hospitais de peregrinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Requisitos&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;As mesmas dos clérigos (Sabedoria 9 ou maior).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Benefícios do kit&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;- eles recebem gratuitamente as NWP’s Medicina (healing) e Herborismo.&lt;br /&gt;- Monges médicos possuem 10% por nível de personagem de diagnosticar corretamente uma doença ou identificar um veneno.&lt;br /&gt;- Um monge médico pode criar um antídoto para qualquer veneno que ele tenha identificado corretamente; para criar o antídoto, é necessário acesso a plantas medicinais e um teste bem-sucedido de herborismo. A poção fica pronta em 11 rodadas menos o nível do monge.&lt;br /&gt;- Ao criar poções, ungüentos ou pomadas curativas, o monge recebe um bônus de 2% de sucesso para cada nível de personagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Monges médicos têm outras desvantagens além de seus votos: embora possam lutar para se defender, eles jamais podem tirar a vida de outro ser inteligente, nem podem se negar a tratar um paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FREI&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao contrário de outras ordens monásticas, que normalmente vivem em clausura monástica, freis vivem a serviço de uma comunidade, principalmente pregando, catequizando, realizando obras de caridade junto aos pobres, viúvas e órfãos, e servindo como ministros de suas comunidades. Grande parte dos frades é itinerante. Em um grupo de aventureiros, freis poderiam servir como capelães dos PC’s, do mesmo modo que Frei Tuck, um frade franciscano, servia o grupo de Robin Hood.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Requisitos&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;Freis devem ter Constituição 12 ou maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Benefícios do kit&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;- Devido às suas andanças, freis recebem gratuitamente as NWP Sobrevivência (em um terreno à sua escolha) e Resistência.&lt;br /&gt;- Autodisciplina: bônus de +4 para resistir a medo, ilusões e magias que controlam ou alteram emoções.&lt;br /&gt;- Sempre recebem abrigo, comida ou auxílio daqueles que compartilham da mesma fé.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-3136264292789586778?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/3136264292789586778/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=3136264292789586778' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/3136264292789586778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/3136264292789586778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2009/10/monges-parte-ii.html' title='Monges (parte II)'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-1982928970356082131</id><published>2009-10-08T01:46:00.003-03:00</published><updated>2009-10-08T03:30:06.498-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='classes de personagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='monges'/><title type='text'>Monges (parte I)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A classe de personagem conhecida como “monge” existe no (A)D&amp;amp;D desde sua primeira edição, estreando no suplemento &lt;a href="http://http://home.flash.net/~brenfrow/dd/dd-sup2-9.htm"&gt;Blackmoor&lt;/a&gt;. Ela foi descartada na segunda edição como classe de personagem – embora tenha sido reintroduzida no livro &lt;em&gt;Player’s Options – Skills &amp;amp; Powers&lt;/em&gt; como uma subclasse opcional dos clérigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas edições posteriores, voltou com força total. Mas de onde veio o “monge”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa classe foi criada por inspiração da febre dos filmes de kung-fu que permeou praticamente toda a cultura pop dos anos 70. Essa onda começou no cinema, com filmes como &lt;em&gt;A Fúria do Dragão&lt;/em&gt; (Bruce Lee, 1972), &lt;em&gt;Operação Dragão&lt;/em&gt; (Bruce Lee, 1973), &lt;em&gt;Shaolin Temple&lt;/em&gt; (Shaw Bros. Studios, 1976); chegou à TV com a série &lt;em&gt;Kung-Fu&lt;/em&gt; (com David Carradine, 1972-1975), que fez grande sucesso no Brasil; produziu várias séries literárias, sendo a mais popular &lt;em&gt;The Destroyer&lt;/em&gt;, de Warren Murphy e Richard Sapir (que foi adaptada em 1985 como o filme &lt;em&gt;Remo – Desarmado &amp;amp; Perigoso&lt;/em&gt;); e influenciou até mesmo a música pop – quem nunca ouviu &lt;em&gt;Kung-Fu Fighting&lt;/em&gt; (1974), de Carl Douglas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, com tanta gente dando voadoras, quebrando tijolos com as mãos e baixando o cacete na telona e na telinha, não é de se espantar que a figura do Monge Shaolin tenha chegado também aos RPG mais famoso da década de 1970 por meio de Brian Blume, um dos mais prolíficos designers da TSR à época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mim, no entanto, a presença de um monge lutador de kung-fu em um cenário de fantasia medieval “tradicional” sempre me pareceu no mínimo bizarra ou forçada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que raios faz um artista marcial em cenários de campanha inspirados na Europa Medieval ou Renascentista? Não tem a mínima lógica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ah, Ricardo, você está sendo cri-cri”, alguém irá dizer. Pode ser. Mas quando penso em “monge medieval” eu penso no Frei Tuck, no Irmão Cadfael, em Guilherme de Baskerville, ou até mesmo em grandes figuras históricas, como São Beda, o Venerável; São Columba ou São Bento de Núrsia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradicionalmente, durante a Idade Média, os mosteiros no ocidente funcionavam como centros missionários e de saber – muitos mosteiros medievais conservavam e copiavam manuscritos antigos, textos religiosos e Bíblias, e possuíam grandes bibliotecas, algo particularmente comum na Irlanda e Gália (q.v. &lt;em&gt;Como os Irlandeses Salvaram a Civilização&lt;/em&gt;, de Thomas Cahill).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Freqüentemente os mosteiros assumiam certas funções sociais, provendo educação – vide as escolas organizadas pelo monge inglês Alcuíno de York na França do século IX - e tratamento médico ao povo, o que fazia de muitos monges especialistas em medicina natural e herborismo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não raro, muitos monges eram ex-soldados que, arrependidos, buscavam no monacato um meio de expiar seus pecados ou aproximar-se de Deus.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Essas premissas históricas nos fornecem material mais do que suficiente para para utilizarmos o monge ocidental como um PC. No próximo artigo, discutiremos como integrar monges ocidentais ao AD&amp;amp;D. Até lá.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-1982928970356082131?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/1982928970356082131/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=1982928970356082131' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/1982928970356082131'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/1982928970356082131'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2009/10/monges-parte-i.html' title='Monges (parte I)'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-7032239334555689395</id><published>2009-09-26T13:42:00.002-03:00</published><updated>2009-09-26T13:47:21.870-03:00</updated><title type='text'>Sumiço</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Depois de um longo e tenebroso inverno (que aparentemente ainda não terminou, devido às constantes frentes frias), resolvi tomar vergonha na cara e tirar o pó e as teias de aranha do blog. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por uma série de motivos quase não postei artigos novos neste blog nos últimos meses; porém, pretendo corrigir isso com novos artigos nas próximas semanas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aguardem novos artigos sobre anões, estilos de campanha, monstros "apelões", Shadowrun, cenários históricos para AD&amp;amp;D, nomes de personagens, novas "frases do mês/semana", etc. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-7032239334555689395?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/7032239334555689395/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=7032239334555689395' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/7032239334555689395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/7032239334555689395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2009/09/sumico.html' title='Sumiço'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-6591792030940555183</id><published>2009-08-08T12:27:00.003-03:00</published><updated>2009-08-08T12:33:50.018-03:00</updated><title type='text'>Aventuras fantásticas (parte II)</title><content type='html'>Há alguns meses atrás, &lt;a href="http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2009/03/aventuras-fantasticas.html"&gt;publiquei uma mensagem&lt;/a&gt; falando da série de livros-jogos Aventuras Fantásticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para minha agradável surpresa, descobri nesta semana que a Editora Jambô está republicando a série no Brasil. Até agora, foram lançados &lt;em&gt;O feiticeiro da montanha de fogo&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;A cidadela do caos&lt;/em&gt;, com outros títulos anunciados para breve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto gráfico está muito bom e a tradução, ótima. Vale a pena comprar se você (como eu) se desfez dos livros antigos ou simplesmente se deseja conhecer esta excelente série.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-6591792030940555183?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/6591792030940555183/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=6591792030940555183' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/6591792030940555183'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/6591792030940555183'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2009/08/aventuras-fantasticas-parte-ii.html' title='Aventuras fantásticas (parte II)'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-6333344480623373953</id><published>2009-06-20T13:31:00.005-03:00</published><updated>2010-09-26T19:42:39.995-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aranzél'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='GURPS'/><title type='text'>Nem tão genérico, nem tão universal</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O GURPS (&lt;em&gt;Sistema genérico universal de role-playing&lt;/em&gt;, na sigla em inglês) foi o primeiro sistema de RPG lançado no Brasil, em 1991. Embora tenha sido praticamente abandonado pela editora que o lançou, sem quaisquer lançamentos há alguns anos, o GURPS ainda conta com uma grande legião de fãs fieis – e também com muitos detratores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta original do autor do jogo, Steve Jackson (que não é o mesmo Steve Jackson de Aventuras Fantásticas), era criar um sistema de RPG que fosse, ao mesmo tempo, ultra-realista e que pudesse ser utilizado em qualquer cenário de campanha, da ficção-científica ao faroeste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, infelizmente, essa proposta não funciona na prática, e por um motivo bem simples: os conceitos do jogo são contraditórios. Explico:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que o GURPS tem um sistema de regras ultra-realista, minucioso e excessivamente elaborado – que, para os fãs é sua principal qualidade e, para seus detratores, seu maior defeito – isso ninguém questiona. Tanto que as famosas “regras para cavar buraco” já viraram piada recorrente entre os jogadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que um bom Mestre deve ter discernimento suficiente para saber quais regras usar – isso é algo que o próprio Steve Jackson já disse em diversas entrevistas. Utilizar todas as regras do livro, opcionais ou não, torna o jogo inviável – embora algumas delas, se deixadas de lado, tiram a funcionalidade do sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer modo, são estas mesmas regras ultra-realistas e minuciosas que impedem que o GURPS seja um sistema de RPG verdadeiramente “genérico”, já que alguns cenários simplesmente não funcionam com um sistema tão realista. Para demonstrar essa minha teoria, que certamente terá seus opositores, dou alguns exemplos abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Super-heróis&lt;/em&gt;: embora o GURPS tenha um dos melhores e mais divertidos sistemas de criação de personagens para jogos de super-heróis, a diversão acaba assim que a planilha é preenchida. A menos que o Mestre utilize uma meia-dúzia de regras opcionais, o estilo “HQ de super-heróis” não funciona no GURPS. Ponto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os combates são maçantes e arrastados, e dependendo do número de PC’s e NPC’s envolvidos, podem durar mais de uma hora; personagens “fortões” não conseguem causar dano em seus oponentes, pois estes tem um nível absurdo de resistência a dano; cada golpe ou poder usa algumas dezenas de dados para cálculo de dano; e um personagem de um poder só pode acabar com a diversão caso suas habilidades sejam maximizadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esqueça. A menos que você queira jogar num cenário mais “realista”, à la &lt;em&gt;Heroes&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Watchmen&lt;/em&gt;, procure outro sistema mais adaptado ao gênero, como &lt;em&gt;DC Heroes&lt;/em&gt; (Mayfair Games) ou &lt;em&gt;Silver Age Sentinels&lt;/em&gt; (o original, não a versão d20).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ficção-científica&lt;/em&gt;: depende muito do subgênero. Para jogos com cenários mais “hard sci-fi”, como Jornada nas Estrelas ou Traveller, ou cyberpunk, funciona perfeitamente. Por outro lado, se você gosta de “space opera” ou mechs, esqueça. Fique com &lt;em&gt;Star Wars Role-playing Game&lt;/em&gt; (o clássico RPG d6, da West End Games) ou seu successor contemporâneo, &lt;em&gt;d6 Space&lt;/em&gt;, ou mesmo o finado &lt;em&gt;Alternity&lt;/em&gt; (TSR).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Fantasia&lt;/em&gt;: assim como a ficção-científica, depende muito do subgênero. Fantasia épica não funciona, pois o realismo do sistema impede que a campanha alcance seu potencial pleno. Por outro lado, a magia rara e a violência de um cenário “Espada &amp;amp; Feitiçaria”, como &lt;em&gt;Conan&lt;/em&gt;, funcionam perfeitamente com o ultra-realismo das regras do GURPS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro tipo de campanha que funciona bem com GURPS são as &lt;em&gt;campanhas históricas&lt;/em&gt; (desde que, é claro, fiquem estritamente históricas – ainda assim, cabe uma ressalva: o GURPS tem o pior conjunto de regras para armas de fogo já criado em todos os tempos; qualquer cenário que envolva armas de fogo é dor de cabeça na certa, com a possível exceção daqueles onde não há armas automáticas, como Faroeste). Além disso, os livros de cenários históricos do GURPS têm inegável qualidade, e podem ser apreciados até por quem não gosta do sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dito isso, pode parecer que eu odeio GURPS. Não é o caso. Somente acho que ele não é a última bolacha do pacote, e como todo sistema, sem exceção, tem suas “vantagens e desvantagens”.&lt;/div&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-6333344480623373953?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/6333344480623373953/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=6333344480623373953' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/6333344480623373953'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/6333344480623373953'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2009/06/nem-tao-generico-nem-tao-universal.html' title='Nem tão genérico, nem tão universal'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-5760214923633113130</id><published>2009-04-20T16:28:00.006-03:00</published><updated>2009-04-23T11:14:54.484-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='clérigos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='magia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='classes de personagem'/><title type='text'>Magia divina</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Abaixo estão algumas de minhas idéias e conceitos para magias divinas no AD&amp;amp;D:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;i) Ao contrário dos magos, que lançam magias manipulando uma força mágica natural (geralmente conhecida como mana), clérigos recebem suas “magias” diretamente de suas divindades;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ii) Magias clericais diferem de magias arcanas, pois são manifestações de energias divinas, o que faz do clérigo um “veículo” para tais energias se manifestarem na forma de magias clericais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;iii) Magias divinas não são aprendidas em academias ou através de fórmulas arcanas, mas sim se manifestam espontaneamente por decisão da divindade à qual o clérigo serve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;iv) Apenas indivíduos muito especiais podem lançar magias divinas. Embora qualquer pessoa com os atributos necessários possa se tornar um sacerdote ou cruzado, por exemplo, somente aqueles clérigos que se destacam acima da média (isto é, os personagens dos jogadores), não apenas por atributos mas por atitudes, recebem tais dons divinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;v) Para que um clérigo possa receber magias de suas divindades, eu recomendo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Atributos acima da média. Qualquer pessoa com Sabedoria 9 pode se tornar um sacerdote. Porém, um atributo acima dessa média (16 ou mais) é necessário para receber magias;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Conduta ética e moral irrepreensível e condizente com o éthos de sua religião ou templo (em outras palavras, o PC deve seguir seu alinhamento de modo estrito);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Estar em dia com suas obrigações clericais (isso varia de acordo com a religião ou culto que o PC segue, mas pode incluir regras de oração, disciplinas ascéticas, oferendas periódicas à divindade, etc.)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-5760214923633113130?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/5760214923633113130/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=5760214923633113130' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/5760214923633113130'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/5760214923633113130'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2009/04/magia-divina.html' title='Magia divina'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-97911556642419027</id><published>2009-04-10T03:52:00.004-03:00</published><updated>2009-04-23T11:10:12.270-03:00</updated><title type='text'>Dave Arneson</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Sd7xmWZ9SRI/AAAAAAAAABg/qNSVNzSPWlA/s1600-h/Dave+Arneson.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322957450750282002" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 133px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Sd7xmWZ9SRI/AAAAAAAAABg/qNSVNzSPWlA/s320/Dave+Arneson.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta semana o universo dos RPG's ficou mais triste.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Faleceu nesta terça-feira, 07 de abril de 2009, aos 61 anos de idade, o co-criador do AD&amp;amp;D e um dos pais do RPG, Dave Arneson.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Avesso à mídia, após deixar a TSR em 1977, ele publicou alguns outros jogos por companhias independentes. No começo dos anos 90, ele passou a trabalhar como designer de jogos para computador e, posteriormente, tornou-se professor decano de design de jogos eletrônicos da Full Sail University, na Flórida e era um dos sócios da Zeitgeist Games.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Paralelamente às suas atividades profissionais, Dave também atuava como professor de matemática voluntário em escolas do ensino médio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu tive o prazer de conhecê-lo pessoalmente, quando fui seu intérprete no workshop para narradores que ele deu no 3o EIRPG, em 1994. Nessa visita ao Brasil, Dave esbanjou bom-humor, simpatia, humildade e carinho com os fãs.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Segundo disse sua filha, Malia Weinhagen, em &lt;a href="http://www.bemidjipioneer.com/ap/index.cfm?page=view&amp;amp;id=D97FB24G0"&gt;entrevista recente&lt;/a&gt;, o que Dave mais gostava era de saber que as pessoas se divertiam com seus jogos. E isso ele conseguiu, com toda a certeza.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Descanse em paz, Dave. E obrigado por tudo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-97911556642419027?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/97911556642419027/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=97911556642419027' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/97911556642419027'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/97911556642419027'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2009/04/dave-arneson.html' title='Dave Arneson'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Sd7xmWZ9SRI/AAAAAAAAABg/qNSVNzSPWlA/s72-c/Dave+Arneson.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-7027113946005143499</id><published>2009-03-26T23:36:00.002-03:00</published><updated>2009-04-05T14:32:41.180-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='nostalgia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aventuras fantásticas'/><title type='text'>Aventuras Fantásticas</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Scw8So0VTtI/AAAAAAAAABY/eZGDhfgNR1c/s1600-h/Cidadela+do+Caos.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317691550909943506" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 195px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Scw8So0VTtI/AAAAAAAAABY/eZGDhfgNR1c/s320/Cidadela+do+Caos.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já dizia Aldacir Louro, lá pelos idos de 1955, que recordar é viver. Então, aqui vai o momento “fundo do Baú” do Masmorras &amp;amp; Dragões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes do lançamento oficialmente do GURPS, o primeiro sistema de RPG a ser traduzido e comercializado no país em 1991, a imensa maioria daqueles que viriam a se tornar os futuros “rpgistas” (incluindo este que vos escreve) havia tido algum contato com os livros-jogos da série “Aventuras Fantásticas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lançados no Brasil a partir de 1989 pela editora &lt;em&gt;Marques &amp;amp; Saraiva&lt;/em&gt;, a coleção Aventuras Fantásticas era a adaptação da série britânica Fighting Fantasy, publicada no Reino Unido pela editora Games Workshop dos designers e autores Ian Livingtsone e Steve Jackson (que, ao contrário do que muitos pensam, &lt;strong&gt;não é&lt;/strong&gt; o mesmo Steve Jackson que criou o GURPS).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos livros da série, que na Inglaterra chegou a ter 62 títulos publicados entre 1982 e 1995 (no Brasil foram 29 títulos na série principal), trazia aventuras de fantasia medieval, ambientadas no mundo de Titã, como &lt;em&gt;O Feiticeiro da Montanha de Fogo&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;A Floresta da Destruição&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;A Cidade dos Ladrões&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;As Cavernas da Feiticeira da Neve&lt;/em&gt;; no entanto, alguns títulos traziam aventuras de ficção-científica (&lt;em&gt;A Nave Espacial Traveller&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;As Coligações de Kether&lt;/em&gt;, entre outros).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale mencionar que desde 2002 a editora inglesa Wizard Books vem relançando os livros da série lá fora. Aqui no Brasil, infelizmente, nenhuma editora se habilitou a fazê-lo, e hoje os livros de Aventuras Fantásticas só podem ser encontrados, com muita sorte, em alguns sebos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para jogar nestes livros, assim como em um RPG, o leitor criava um personagem, anotava suas estatísticas e equipamento em uma planilha e ia seguindo as instruções apresentadas nos diversos capítulos, de modo semelhante à série “Escolha sua Aventura”, publicada pela Ediouro nos anos 80. Porém, o que diferenciava os livros de Aventuras Fantásticas era a utilização de uma mecânica de jogo que fazia uso de dados de 6 faces para resolver algumas situações, principalmente combates.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a moçada brasileira que tinha pouco ou nenhum contato com RPGs e afins, exceto por jogos ocasionais no &lt;em&gt;Phantom System&lt;/em&gt; (o “genérico” da Nintendo lançado aqui pela Gradiente na época) ou &lt;em&gt;Mega Drive&lt;/em&gt;, essa série marcou época. Aliás, lembro até hoje do dia em que comprei meu primeiro exemplar da série, na Livraria Siciliano, em Santos (SP). Acredito que foi na época de férias escolares, pois eu simplesmente não consegui deixar o livro de lado até derrotar o temível Balthus Dire e terminar a aventura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E vocês, leitores, também começaram com as saudosas Aventuras Fantásticas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até a próxima!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-7027113946005143499?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/7027113946005143499/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=7027113946005143499' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/7027113946005143499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/7027113946005143499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2009/03/aventuras-fantasticas.html' title='Aventuras Fantásticas'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Scw8So0VTtI/AAAAAAAAABY/eZGDhfgNR1c/s72-c/Cidadela+do+Caos.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-8199293996544510475</id><published>2009-03-19T09:44:00.004-03:00</published><updated>2009-03-19T10:05:07.376-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='monstros'/><title type='text'>Drows</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Em uma &lt;a href="http://analieu.blogspot.com/2009/03/criaturas-das-trevas.html"&gt;postagem recente&lt;/a&gt; de seu blog, minha amiga Ana descreveu algumas das experiências de suas personagens com os primos malignos dos elfos, os &lt;em&gt;drows&lt;/em&gt;, também conhecidos como “elfos sombrios”. Inspirado no texto da Ana, resolvi abordar os vilões de pele obsidiana, mas por outra ótica – pois, ao contrário da maioria dos jogadores, senhoras e senhores, &lt;strong&gt;eu odeio os drows&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pronto, falei!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu realmente não consigo dizer uma razão específica para desgostar deles, mas posso dizer que essa antipatia vem desde a primeira vez que li a descrição desses manés no Monstrous Manual.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Seja qual for o motivo, o conceito dos drows simplesmente não funciona para mim. No vejo nessa raça motivação ou credibilidade suficiente para utilizá-los em minhas campanhas. A idéia original, de uma tribo de elfos que perdeu uma guerra, foi exilada para o subterrâneo e agora quer vingança contra o mundo da superfície parece algo datado, implausível ou saído de uma história ruim de ficção-científica da década de 50. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O fato dos drows terem sido utilizados como vilões principais até a exaustão em muitos cenários oficiais pode ter contribuído para isso. E para piorar as coisas, na época que comecei a jogar RPG, lá pelos anos 90, a maioria dos jogadores que conheci queria fazer um “drow renegado” – conceito que, na maioria das vezes só levava à criação de clones mal-feitos de Drizzt. E acreditem, era difícil aturar esses personagens, quando todo drow renegado tinha aquela atitude emo, típica da década: “meu povo me odeia pois sou bom, o povo da superfície me odeia porque sou drow... ó vida, ó azar...” Argh!&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Originalmente o termo “drow” (e sua variante, “trow”) era utilizado no folclore escocês, mais especificamente no folclore das Ilhas Órcadas, para se referir a um tipo de fada maligna, muito semelhante aos svartalfar escandinavos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, os drows, como conhecemos no AD&amp;amp;D, foram criados pelo “pai da criança”, Gary Gygax. Sua estréia se deu na série de aventuras &lt;em&gt;Against de Giants&lt;/em&gt;, publicadas em 1981. Desde então, as ignóbeis criaturas vem sendo utilizadas como vilões principalmente em &lt;em&gt;Forgotten Realms&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Greyhawk&lt;/em&gt; e em diversas aventuras. Infelizmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, nem tudo está perdido. Dois cenários me apresentaram novos conceitos de elfos sombrios que, em minha opinião, funcionam muito bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um deles vem do &lt;em&gt;GURPS Fantasy&lt;/em&gt;. Neste cenários, elfos sombrios são apenas tribos ou grupos de elfos racistas e xenófobos que crêem que os elfos, devido à sua superioridade natural, deveriam governar o mundo e se livrar de todas as outras raças. Renegados pelos outros elfos, que consideram tal visão um sacrilégio, eles vivem isolados no interior de florestas antigas e impenetráveis, donde tramam sua vingança contra a humanidade. Este conceito pode não ser um primor de originalidade, mas é mais plausível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo vem de &lt;em&gt;Dragonlance&lt;/em&gt;. Lá não existem drows; elfo sombrio é simplesmente um título dado a qualquer elfo que foi exilado devido à prática de algum crime que os elfos consideram hediondo, como assassinato de outro elfo ou, como no caso do mago Dalamar, prática de magia negra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma outra alternativa, e que venho desenvolvendo há um tempo, é substituir os drows por seres feéricos sombrios, como foi feito no excelente suplemento &lt;em&gt;The Shadow Rift&lt;/em&gt;, de &lt;em&gt;Ravenloft&lt;/em&gt; - embora, nesse caso, muito provavelmente o DM terá de adaptar os diversos seres lá descritos à sua campanha particular, o que não é tão difícil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até a próxima.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-8199293996544510475?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/8199293996544510475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=8199293996544510475' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/8199293996544510475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/8199293996544510475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2009/03/drows.html' title='Drows'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-6471885714429920355</id><published>2009-03-13T23:10:00.002-03:00</published><updated>2009-03-13T23:20:06.752-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas de mestre'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='masmorras'/><title type='text'>Masmorras</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/SbsUTrAakSI/AAAAAAAAABQ/RZP7vO0VVr0/s1600-h/Catacumbas+de+Paris.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5312862513608167714" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 218px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/SbsUTrAakSI/AAAAAAAAABQ/RZP7vO0VVr0/s320/Catacumbas+de+Paris.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/SbsTPXLXdDI/AAAAAAAAABI/pFh9D3YJ920/s1600-h/Catacumbas+de+Paris.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Masmorras são um dos elementos mais tradicionais do RPG de fantasia, seja em campanhas épicas ou – principalmente – espada &amp;amp; feitiçaria. Particularmente acho que explorar uma masmorra bem elaborada e com um design inteligente e criativo é algo muito divertido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, eu não sou apaixonado por masmorras. Como todo elemento de fantasia, masmorras podem cansar se forem utilizadas de modo banal, o que leva à campanha a se tornar “a masmorra da semana”. Talvez seja por isso que eu nunca me empolguei com o conceito de mega-masmorras, isto é, masmorras gigantescas compostas de vários andares ou níveis, nas quais você pode conduzir uma campanha inteira (as ruínas de Myth Drannor, em &lt;em&gt;Forgotten Realms&lt;/em&gt;, são um exemplo de mega-masmorra da 2ª Edição).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, como disse acima, a exploração ocasional de uma masmorra pode ser o foco de uma sessão bastante divertida e emocionante. Abaixo estão três elementos que acho que são essenciais para criar masmorras plausíveis e divertidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, antes de prosseguirmos, um esclarecimento: o termo “masmorra” não serve para descrever somente masmorras no sentido estrito do termo. Em jogos de fantasia, qualquer estrutura natural ou não, que esteja abaixo do solo (na maior parte dos casos – há exceções) pode ser considerada uma masmorra. Por exemplo, catacumbas subterrâneas, o complexo de esgotos de uma grande cidade, uma série de cavernas naturais, uma cidade antiga e abandonada construída por anões ou svirfneblin, as ruínas de uma abadia abandonada em uma ilha perdida ou a torre de um feiticeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Motivo / história&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Toda “masmorra” precisa de um motivo ou razão para existir. O histórico do local não precisa ser extremamente detalhado ou elaborado, mas deve conter informações suficientes sobre o propósito do lugar e porquê ele foi construído. Por exemplo, se o local for uma cidade subterrânea abandonada, o Mestre precisa saber quem a construiu, quem viveu nela e porque ela não é mais habitada (talvez ela tenha sido construída por Anões que a abandonaram após um ataque de orcs ou após acordarem um dragão). Se o local for um conjunto de catacumbas subterrâneas, quem construiu o lugar? Quem está enterrado lá? Talvez ela tenha sido construída para abrigar os restos mortais de sacerdotes ou de um rei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o propósito e o histórico da masmorra definidos de antemão, fica muito mais fácil projetá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ecologia&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se a masmorra for habitada, é preciso definir quem serão estes habitantes. Se há mais de uma espécie vivendo no local, qual é o relacionamento entre eles? São inimigos ou aliados?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com mortos-vivos, por exemplo, não é preciso se preocupar muito com o quesito ecologia, afinal, eles não se alimentam (exceto, ocasionalmente, de alguns aventureiros tolos...), não defecam e não se reproduzem. Mas com outras espécies, como kobolds, por exemplo, é preciso levar em consideração como eles conseguem alimento e qual é sua relação com os vizinhos (se houver) e com o mundo exterior. E, atenção: cuidado com a superpopulação! É muito fácil se empolgar e enfiar monstros ou adversários em todos os cantos de uma masmorra – o que acaba levando a um chatíssimo jogo de “matar e pilhar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembre-se: as criaturas devem estar lá por um motivo, e não apenas para serem mortas ou despejadas pelos personagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Desenho&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É aqui que consideramos o design da “masmorra” em si. Depois que o mestre definir qual é o propósito e o histórico do local, e quais as criaturas que nela habitam, ele deve pôr a mão na massa e projetar o local, que deve seguir uma certa lógica. Cidades subterrâneas devem seguir um certo padrão urbanístico, com praças, residências, etc. Uma cripta subterrânea provavelmente terá uma capela e talvez, no caso de um herói ou rei, uma sala de troféus – e, claro, várias armadilhas para desencorajar ladrões de túmulos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E falando em armadilhas: elas são muito divertidas, e a maioria dos jogadores espera encontrá-las em suas explorações. Porém procure ter em mente que: i) armadilhas que matam instantaneamente, sem dar ao PC uma chance de reagir são extremamente desagradáveis (muitos jogadores se sentem trapaceados, e com razão); ii) toda armadilha, por mais bem elaborada que seja, deve ter um modo de ser evitada ou desarmada pelos jogadores, mesmo que eles não sejam bem-sucedidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma boa pesquisa em livros de história antiga ou pela internet pode fornecer várias idéias, plantas e dicas de design de ambientes subterrâneos históricos e realistas, como as Catacumbas de Paris, da foto acima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não se esqueça que, acima de tudo, este é um jogo de fantasia; portanto, nunca deixe o realismo se interpor no caminho da diversão. Se você teve uma idéia que achou genial, mas acha que ela é “fantástica demais”, não se acanhe. Use-a. Lembre-se da “masmorra” da seqüência inicial de &lt;em&gt;Caçadores da Arca Perdida&lt;/em&gt; ou da pirâmide de &lt;em&gt;Reino da Caveira de Cristal&lt;/em&gt;, ou mesmo do templo do Escorpião-Rei em &lt;em&gt;O Retorno da Múmia&lt;/em&gt;. Não são nada realistas... mas são muito divertidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até a próxima!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-6471885714429920355?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/6471885714429920355/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=6471885714429920355' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/6471885714429920355'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/6471885714429920355'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2009/03/masmorras.html' title='Masmorras'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/SbsUTrAakSI/AAAAAAAAABQ/RZP7vO0VVr0/s72-c/Catacumbas+de+Paris.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-7005200575235579006</id><published>2009-03-10T10:40:00.004-03:00</published><updated>2009-03-10T10:52:41.657-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas de mestre'/><title type='text'>A união faz a força</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Um dos problemas mais comuns de mestres e narradores de RPG, e que freqüentemente afunda inúmeras campanhas, é a falta de coerência entre os personagens dos jogadores. Para garantir um mínimo de verossimilhança e coerência em sua campanha, é necessário que os personagens compartilhem certos objetivos e motivações. Do contrário, o grupo corre o risco de se tornar um show de horrores, em que cada personagem pensa primeiro em si próprio e depois nos objetivos do grupo. Sem falar que é muito difícil que um grupo de personagens que não se conhecem e foram reunidos ao acaso apenas para uma missão fiquem juntos por muito tempo – por outro lado, esse tipo de situação funciona perfeitamente para aventuras independentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse artigo (originalmente publicado no finado site “A Arca”) oferece algumas sugestões que podem servir para manter a união entre personagens, apresentando motivos que poderiam levar os personagens a permanecerem juntos em uma campanha, além de também oferecer idéias para outro problema comum dos mestres: como iniciar a campanha. Embora a principal abordagem esteja direcionada a campanhas de fantasia, eventualmente serão discutidas situações e variações que podem ser aplicadas a outros gêneros de RPG.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Amigos de infância&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Todos os personagens cresceram juntos na mesma vila ou cidade e, acima de tudo, compartilham uma forte amizade entre si. Mesmo personagens “malignos” dificilmente trairão seus amigos de infância, a menos que isso venha a lhes trazer grandes vantagens. Nesse cenário, o sacerdote do grupo é um acólito do templo local, o mago trabalha como aprendiz de outro, cuja torre localiza-se próxima à cidade, o guerreiro é filho do ferreiro local, o ladino é o “garoto problema” da cidade, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um belo dia, algo ocorre na cidade – um ataque de alguma criatura, um assassinato misterioso, um escolástico que pára na cidade procurando ajuda – que acaba levando o grupo de amigos a investigar o porquê do ocorrido, lançando-os na campanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A desvantagem desse tipo de cenário é que todos os personagens serão relativamente jovens e inexperientes (o que pode ser bom com jogadores iniciantes) e a maioria dos personagens será da mesma raça, embora seja possível contornar isso com um pouco de criatividade – por exemplo, o Anão do grupo, por algum motivo, vive entre humanos e trabalha na vila como ferreiro ou carpinteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso o mestre e os jogadores queiram personagens mais experientes, pode-se aplicar uma variação do tema acima, em que cada um dos personagens seguiu seu caminho e deixou a cidade após a maioridade, porém, em nome de sua amizade, se comprometeram em encontrar-se todo ano na mesma data em sua cidade natal. Os que não pudessem comparecer, sempre tentariam avisar os amigos, até que um dia, um dos personagens (um NPC) não aparece e envia uma mensagem muito suspeita. Os outros decidem, então, investigar o que aconteceu com seu amigo desaparecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Parentesco&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nesse cenário, todos os personagens pertencem à mesma família ou clã. Alguns são parentes próximos (irmãos, primos), outros já são parentes mais distantes – filhos bastardos que não se conheciam, primos de 23o grau, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os personagens podem se envolver por uma série de motivos. Por exemplo, eles precisam limpar o nome de sua família ou clã, ou quebrar uma maldição que a aflige por diversas gerações, ou ainda, todos eles se reúnem no funeral do patriarca ou da matriarca da família e descobrem, durante a leitura da última carta ou testamento do falecido, que eles devem cumprir uma determinada missão – recuperar terras da família, se vingar de uma família rival, etc. Esse cenário pode ser uma ótima oportunidade de interação e interpretação entre jogadores, principalmente se envolver filhos ilegítimos ou rivalidade entre parentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupos de personagens com grau de parentesco entre si funcionam melhor em jogos históricos (celtas, viquingues, Japão feudal) ou cenários de fantasia que tenham forte influência histórica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A desvantagem dessa abordagem é que não permite muita diversidade de raças, exceto no caso de mestiços, como meio-elfos, por exemplo. Certas raças como os Anões, no entanto, dada a sua estrutura social, funcionam perfeitamente para este tipo de cenário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Patrono&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Alguém contrata os personagens para uma determinada missão, provavelmente uma que só se cumprirá a longo prazo (achar todos os pedaços de um cetro mágico que foi separado há muitas eras, etc.), dando tempo para que os personagens criem vínculos de amizade e/ou respeito entre si até o final da campanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou o patrono poderia reuni-los para uma missão menor, mas ter ficado tão satisfeito com seu desempenho, que a partir daquele momento sempre utilizará o mesmo grupo para suas missões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em cenários de fantasia, magos poderosos ou nobres são os patronos mais comuns, mas uma igreja ou o soberano de um pequeno país ou cidade-estado também cumprem esse papel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem todo patrono é benevolente. Alguns podem eliminar os personagens caso eles falhem – o que, por si só, já seria motivo para unir o grupo contra um mesmo inimigo (ver abaixo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Variações&lt;/em&gt;: Outros patronos possíveis seriam executivos e CEO’s de uma grande corporação (campanhas de &lt;em&gt;cyberpunk&lt;/em&gt;), um rico fazendeiro que contrata alguns homens para resgatar sua esposa e filhos que foram seqüestradas por uma quadrilha de bandidos (faroeste) ou um famoso ocultista que reúne um grupo de pessoas que tiveram experiências com o sobrenatural a fim de formar um grupo para combater os seres da noite (horror).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante lembrar também que patronos não se limitam a indivíduos, e diversas organizações e/ou entidades que empregam operativos independentes, como certas agências governamentais que fazem uso de agentes externos ou locais (agências de espionagem e inteligência, por exemplo), uma instituição religiosa ou mesmo o governo de um pequeno país podem servir como patrono, de acordo com o cenário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Emprego&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Essa situação é semelhante à descrita acima. Nesse caso, porém, os personagens são funcionários ou proprietários de alguma agência ou organização, e não meros agentes independentes contratados por um patrono. Eles podem não gostar um do outro, nem compartilhar um relacionamento pessoal, mas se respeitam e sabem que os dons e habilidades de seus companheiros são essenciais para o grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, em um cenário de fantasia eles poderiam pertencer a uma companhia de aventureiros/mercenários ou uma guilda de ladrões, ou mesmo serem um pequeno grupo de aventureiros que decidiu deixar uma outra organização para montar o próprio negócio. Um grupo de piratas ou corsários também se encaixa nessa categoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Variações&lt;/em&gt;: Em cenários de cyberpunk, essa é uma situação bastante comum, onde os PC’s formam um grupo de mercenários que sempre trabalham juntos. Nesse caso é importante que os jogadores se reunam para definir como seus personagens se conheceram, o que um pensa dos outros, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cenários de ficção científica ainda oferecem outras oportunidades. Os personagens podem trabalhar para uma mesma organização (a Federação de &lt;em&gt;Jornada nas Estrelas&lt;/em&gt;), ser caçadores de recompensa (como na série &lt;em&gt;Firefly&lt;/em&gt;) ou piratas espaciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As forças armadas também estão inclusas nessa categoria, bem como uma instituição religiosa (por exemplo, uma ordem de monges guerreiros, como os Hospitalários ou Templários, que seguem votos de obediência ou um grupo de caçadores de vampiros que serve ao Vaticano).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certas entidades também fazem excelentes patronos, como a ONU no cenário I.S.T., lançado para GURPS Supers há alguns anos, no qual praticamente todos os super-heróis do mundo trabalham para as Nações Unidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Causa ou inimigo em comum&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O motivo da união dos personagens é que todos seguem uma mesma causa ou combatem um inimigo em comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez esse inimigo tenha destruído e incendiado suas cidades (um grande dragão vermelho), invadido terras que sua religião considera sagrada (a motivação das Cruzadas, por exemplo), matado algum parente, transformado sua namorada em uma vampira ou quebrado sua coleção de bichinhos de cristal da Boêmia – não importa o motivo, o indivíduo (ou organização) em questão cometeu alguma atrocidade e precisa ser destruído.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para dar um senso maior de urgência à campanha, o mestre pode determinar que se tal inimigo não for detido em um determinado tempo, ele poderá dominar ou destruir o mundo. Colocar os personagens em uma situação de guerra em que todos devem lutar para libertar seu reino ou país também funciona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse cenário se adapta praticamente a qualquer gênero: horror (os personagens devem enfrentar as forças da noite ou, no caso do jogo &lt;em&gt;Werewolf: the Apocalypse&lt;/em&gt;, combater uma ameaça sobrenatural que pode destruir o planeta), fantasia (deter um dragão; impedir uma invasão de orcs; frustrar os planos de uma divindade maligna, como Takhisis, Ares ou Loki), ficção científica (encontrar a cura para um vírus alienígena que foi espalhado na Terra e, em cinco anos, destruirá toda a vida no planeta; ou um grupo de rebeldes que luta contra um Império Intergaláctico Maligno). O céu é o limite!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Situação extraordinária&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Aqui os personagens se encontram pela primeira vez e resolvem se unir para enfrentar uma mesma ameaça ou simplesmente sobreviver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez os personagens foram capturados por um grupo de escravistas ou piratas, e estão sendo levados para outro continente, com uma cultura exótica e totalmente diferente da sua – ou mesmo outro planeta, no caso de uma campanha de ficção científica. Eles podem ser capturados não para trabalharem como escravos, mas para lutar em jogos gladiatoriais, e nesse caso, já se conheceriam na arena. Ou ainda, eles são soldados e foram capturados pelo exército inimigo, e agora devem se unir para sobreviver e voltar para casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um grupo de super-heróis poderia se unir para enfrentar uma determinada ameaça e após unir suas forças, decidem ficar juntos e formar um super grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E em um cenário clássico de fantasia, os personagens poderiam ser reunidos para cumprir uma missão extraordinária, como jogar um certo anel mágico na cratera de um vulcão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-7005200575235579006?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/7005200575235579006/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=7005200575235579006' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/7005200575235579006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/7005200575235579006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2009/03/uniao-faz-forca.html' title='A união faz a força'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-682182221683354151</id><published>2009-03-04T21:09:00.001-03:00</published><updated>2009-03-04T21:15:53.898-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='classes de personagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paladinos'/><title type='text'>Paladinos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Com o advento da 3ª e 4ª edições de D&amp;amp;D, muitas das classes de personagens tradicionais sofreram uma forte descaracterização, e talvez a mais avacalhada delas seja o paladino. Na terceira edição, não só humanos, mas membros de qualquer raça podiam se tornar paladinos. Na quarta edição, as raízes lendárias e literárias desta classe de personagem foram totalmente desprezadas e jogadas no lixo (não sei se os designers da nova edição fizeram isso conscientemente ou não) e o paladino se tornou um mero guerreiro a serviço de qualquer divindade – nicho este que, na segunda edição, é preenchido pelo cruzado, uma classe de personagem opcional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas para quem sabe de onde veio o conceito dos paladinos, tais absurdos são inaceitáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paladinos têm sua origem não somente nos cavaleiros das Lendas Arturianas, como Sir Galahad e Sir Lancelot, mas principalmente nas &lt;a href="http://www2.fcsh.unl.pt/edtl/verbetes/C/cancao_gesta.htm"&gt;canções de gesta&lt;/a&gt; francesas que narram de maneira épica os feitos de reis franceses, como Carlos Magno, e principalmente dos valorosos e piedosos cavaleiros de sua corte, que eram chamados de paladinos ou Doze Pares. A Canção de Rolando é o mais famoso exemplo de canção de gesta medieval.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicialmente, esses poemas épicos tratavam de fatos históricos, porém de modo idealizado. Freqüentemente, os inimigos dos paladinos eram sarracenos, e muitas das histórias descrevem as Cruzadas ou as campanhas de Carlos Martel contra os invasores mouros. Com o passar do tempo, a partir dos séculos XII e XIII, os menestréis introduziram não somente elementos fantásticos, como princesas em perigo, magos, monstros, fadas e gigantes, mas também diversos companheiros de aventuras dos cavaleiros, como Turpin, arcebipo de Reims, e Maugrim, o Mago, primo de um dos paladinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas das características dos paladinos de AD&amp;amp;D derivam das canções de gesta. Por exemplo, a montaria fiel foi inspirada em Bayard, o cavalo mágico de Renaud de Montauban, um dos Doze Pares; a espada sagrada é baseada nas armas de diversos paladinos, principalmente &lt;em&gt;Durandal&lt;/em&gt;, a espada sagrada de Rolando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ciclo dos paladinos da França serviu, também, como principal inspiração ao livro &lt;em&gt;Three Hearts and Three Lions&lt;/em&gt;, de Poul Anderson. O autor, por sua vez, adicionou outros elementos fantásticos aos paladinos retratados em seu romance – muitos dos quais também serviram como inspiração na criação dos paladinos de AD&amp;amp;D.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos irão afirmar que essas mudanças recentes só trouxeram benefícios, como o fato de agora um paladino nunca perder seu status. Eu discordo. O paladino não é um mero cavaleiro ou um cruzado – sua origem é bem específica, e suas características próprias deveriam ter sido preservadas. Com tantas mudanças, os designers da nova edição, no mínimo, tinham de ter mudado o nome da classe ou se livrado dela completamente, como fizeram com os “bardos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É verdade que, do modo que é descrido na 2ª edição, o paladino é uma das classes mais difíceis de se interpretar, e talvez a que tenha o código de conduta mais restritivo. Tampouco essa classe de personagem se encaixa em todo estilo de campanha – paladinos não têm nada a ver com cenários inspirados em Espada &amp;amp; Feitiçaria ou em cenários de campanha “exóticos” como &lt;em&gt;Al-Qadim&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Dark Sun&lt;/em&gt;, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, nas mãos de um jogador que entenda a essência dessa classe de personagem, e com um Mestre que incentive os PC’s a terem conduta heróica e que saiba criar um clima de fantasia épica, o paladino se torna uma valiosa adição a qualquer grupo de fantasia medieval. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-682182221683354151?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/682182221683354151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=682182221683354151' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/682182221683354151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/682182221683354151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2009/03/paladinos.html' title='Paladinos'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-356884984937655222</id><published>2009-03-02T11:18:00.003-03:00</published><updated>2009-03-02T11:30:54.505-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='metaenredo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Greyhawk'/><title type='text'>Metaenredo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Uma das maiores críticas feitas pelos &lt;em&gt;grognards&lt;/em&gt; tradicionalistas ao AD&amp;amp;D pós-Gygax é a utilização de “metaenredo” nos cenários publicados pelas editoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem não está familiarizado com o conceito, uma breve explicação: “metaenredo” é um neologismo, o termo que escolhi para traduzir a palavra inglesa &lt;em&gt;metaplot&lt;/em&gt;, que significa um entrecho onipresente que ocorre nos bastidores de um cenário de campanha e que é desenvolvida e publicada em suplementos, romances e aventuras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa tendência se disseminou nos anos 1990, quando alcançou níveis ridículos. &lt;em&gt;Forgotten Realms&lt;/em&gt; é o maior exemplo disso – o excesso de metaenredo, iniciado com a infame &lt;em&gt;Guerra dos Avatares&lt;/em&gt;, transformou o que era um cenário pitoresco e genial (vide a primeira edição de FR, publicada em 1987 e conhecida como “caixa cinza”) em um cenário ridículo, uma Disneylândia fantástica e uma grande paródia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, nem o pior de Forgotten Realms nesse quesito se compara ao &lt;em&gt;World of Darkness&lt;/em&gt; original, publicado pela White Wolf Game Studios, e que é o perfeito exemplo dos exageros do metaenredo (alguém lembra do imbróglio envolvendo Samuel Height?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seus jogos, em especial &lt;em&gt;Vampire&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Werewolf&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Mage&lt;/em&gt; estavam tão mergulhados no metaenredo que qualquer Mestre/narrador precisava de um conhecimento enciclopédico para poder conduzir os jogos a contento – na prática, a maioria dos Mestres, incluindo este que vos escreve, ignorava sumariamente o entrecho. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Na maioria dos casos, as críticas ao entrecho universal são válidas. A principal é que isso gera uma proliferação de NPC’s super-poderosos e onipresentes, que tira dos personagens dos jogadores (PC’s) a possibilidade de ter algum impacto real na campanha – em FR, por exemplo, freqüentemente os PC's acabam sendo jogados para escanteio e reduzidos a meras testemunhas das ações de Elminster e cia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Idem em &lt;em&gt;Vampire: the Masquerade&lt;/em&gt;, onde os figurões importantes, influentes e poderosos são os NPC's descritos em suplementos oficiais, e não os PC's.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, o conceito de metaenredo, em si, não é intrinsecamente ruim. Usado com moderação e inteligência, ele impede que o cenário fique estagnado e possibilita novas idéias e opções para campanhas que parecem ter chegado ao fim da linha. Na verdade, seria burrice deixar um cenário morrer simplesmente porque ninguém quer alterar ou atualizar o cenário original.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usado com inteligência e parcimônia, o metaenredo pode reviver um cenário esquecido ou abandonado. Dois bons exemplos que posso citar são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;i) o suplemento &lt;em&gt;From the Ashes&lt;/em&gt;, publicado em 1992 para atualizar o mundo de Greyhawk para a 2ª Edição e que, apesar de ter um tom mais sombrio do que as edições anteriores, revitalizou um cenário magnífico que era desconhecido de toda uma nova geração de jogadores por estar fora do prelo por muitos anos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/SavsCfe_NCI/AAAAAAAAABA/vXtkEUy3JZE/s1600-h/From+the+Ashes.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5308596113341625378" style="WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/SavsCfe_NCI/AAAAAAAAABA/vXtkEUy3JZE/s200/From+the+Ashes.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;ii) a 4ª edição de &lt;em&gt;Shadowrun&lt;/em&gt;, publicada em 2005, que não só substituiu o (hoje) ultrapassado conceito de “cyberdecks” por uma rede que opera em uma matriz de realidade virtual, como também atualizou outras tecnologias que ainda estavam “presas” às convenções do cyberpunk oitentista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em ambos os casos acima, o uso do metaenredo possibilitou que cenários clássicos que estavam estagnados fossem revigorados e recuperassem seu potencial de aventuras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumindo, uma mudança “oficial” não é algo necessariamente ruim, desde que feita de modo razoável e inteligente, e que possa ser facilmente ignorada pelos jogadores que não gostarem das mudanças nem quiserem utilizá-las em suas campanhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até a próxima.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;br /&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-356884984937655222?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/356884984937655222/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=356884984937655222' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/356884984937655222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/356884984937655222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2009/03/uma-das-maiores-criticas-feitas-pelos.html' title='Metaenredo'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/SavsCfe_NCI/AAAAAAAAABA/vXtkEUy3JZE/s72-c/From+the+Ashes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-3257212926269066693</id><published>2009-02-27T10:55:00.005-03:00</published><updated>2009-03-01T03:27:51.770-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Larry Elmore'/><title type='text'>A Arte do AD&amp;D</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Uma das coisas que eu mais gostava na 2a Edição era a qualidade da arte. Jeff Easley, Larry Elmore, Keith Parkinson e Fred Fields, com sua arte épica e elaborada, ajudaram muitos Mestres e jogadores a entrar no clima de fantasia do jogo. Bem diferente do estilo "animé-kitsch" ou "dungeonpunk" adotados a partir da 3a Edição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mim, a obra reproduzida abaixo, pintada por Larry Elmore e que abria o Player's Handbook é o exemplo perfeito do que deve ser a arte de AD&amp;amp;D.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/SafyWOyvYEI/AAAAAAAAAA4/f7iow_6rkMY/s1600-h/Larry+Elmore+-+Adventurers.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5307477149621379138" style="WIDTH: 246px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/SafyWOyvYEI/AAAAAAAAAA4/f7iow_6rkMY/s320/Larry+Elmore+-+Adventurers.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-3257212926269066693?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/3257212926269066693/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=3257212926269066693' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/3257212926269066693'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/3257212926269066693'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2009/02/arte-do-ad.html' title='A Arte do AD&amp;D'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/SafyWOyvYEI/AAAAAAAAAA4/f7iow_6rkMY/s72-c/Larry+Elmore+-+Adventurers.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-8636941495869858703</id><published>2009-02-27T10:46:00.004-03:00</published><updated>2009-02-27T11:22:58.604-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='frases'/><title type='text'>Frase do dia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Frase pescada na internet, autor desconhecido, mas que define muito bem meu estilo de campanha:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Não quero personagens de tendência ordeiro/estúpido. Quero personagens que se importem com algo além de si mesmos, que queiram ser heróis, que não tenham receio de fazer a coisa certa; e jogadores que ajudem a tornar a campanha mais heróica.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-8636941495869858703?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/8636941495869858703/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=8636941495869858703' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/8636941495869858703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/8636941495869858703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2009/02/frase-do-dia.html' title='Frase do dia'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-1340233930727280766</id><published>2009-02-23T15:18:00.006-03:00</published><updated>2010-09-21T11:39:44.265-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='monstros'/><title type='text'>Meus monstros favoritos</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/SaLp1CwFz5I/AAAAAAAAAAo/C4aInCJ0IZs/s1600-h/SAHUAGIN.BMP"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5306060408476782482" src="http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/SaLp1CwFz5I/AAAAAAAAAAo/C4aInCJ0IZs/s320/SAHUAGIN.BMP" style="cursor: hand; display: block; height: 320px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 267px;" /&gt;&lt;/a&gt;Arte: &lt;em&gt;Sahuagin&lt;/em&gt;, por Tony DiTerlizzi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A maioria dos meus colegas de blog de língua inglesa estão postando suas listas de monstros favoritos do AD&amp;amp;D. Então, para seguir a tendência, aqui vai a minha lista de monstros:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aranhas gigantes&lt;/strong&gt; – Ao contrário da maioria das pessoas, eu não odeio ou tenho medo de aranhas. Pelo contrário, acho que são criaturas fascinantes e belas (a seu modo). Ainda assim, a maioria das pessoas sofre de algum grau de aracnofobia, e Peter Jackson nos mostrou como este tipo de monstro pode ser aterrorizante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Beholder&lt;/strong&gt; – uma criatura original criada por Terry Kuntz na década de 1970, o Beholder é tão mortal quanto sinistro. Muitos jogadores acham que é uma criatura idiota ou de aparência ridícula, o que em minha opinião só faz aumentar seu “fator periculosidade”, pois já vi muitos grupos tentarem enfrentar um destes bichos sem planejamento ou estratégia, e o resultado foi um legítimo G.I.M. (“grupo inteiro morto”).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dragões&lt;/strong&gt; – Uma criatura que pode ser considerada um símbolo do AD&amp;amp;D – e dos jogos de RPG de fantasia em geral. Criaturas inteligentes e extremamente poderosas, que estão presentes em praticamente todas as mitologias do mundo. Em uma palavra: fascinantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ettin&lt;/strong&gt; – um gigante de duas cabeças, adaptado do folclore inglês, pode ser utilizado tanto em aventuras mais leves ou cômicas, ou como um oponente cruel e perigoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sahuagin&lt;/strong&gt; – homens-peixes sanguinários e inteligentes que atacam tanto outras raças marinhas (como tritões e elfos aquáticos) quanto navios e cidades costeiras, com uma dose de terror lovecraftiano. Como não gostar de tais criaturas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Salgueiro Negro&lt;/strong&gt; – por algum motivo, tenho um ponto fraco por plantas assassinas e comedoras de gente. E como o salgueiro é uma de minhas árvores preferidas, este monstro entrou para minha lista de monstros favoritos – embora eu não tenha tido oportunidade de utilizá-lo em jogo (ainda!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Trolls&lt;/strong&gt; – o troll do AD&amp;amp;D não é inspirado naquele do folclore, mas sim nas criaturas descritas no romance &lt;em&gt;Three Hearts and Three Lions&lt;/em&gt;, de Poul Anderson. Famosos por sua capacidade regenerativa e força, e por freqüentemente andarem em bando, são um desafio digno para qualquer grupo de aventureiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vampiros&lt;/strong&gt; – quando utilizado dentro de seu contexto folclórico original ou quando fiéis à criação de Bram Stoker – predadores da raça humana, astutos e perigosos – vampiros são oponentes formidáveis, e Raveloft é o maior exemplo disso. Quando utilizados como &lt;em&gt;emos&lt;/em&gt; chorões inspirados à la &lt;em&gt;Entrevista com o vampiro&lt;/em&gt;... sem comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Wererat&lt;/strong&gt; – na minha opinião o mais interessante dos licantropos. Além de ser uma criatura essencialmente urbana, ratos são animais absolutamente asquerosos, o que faz deles excelentes oponentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Wight&lt;/strong&gt; – inspirado nas Criaturas Tumulares de Tolkien, o que faz dessa criatura um dos meus mortos-vivos preferidos - além do fato de drenar força vital, o que é suficiente para assustar até o jogador mais blasé ou super-confiante.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-1340233930727280766?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/1340233930727280766/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=1340233930727280766' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/1340233930727280766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/1340233930727280766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2009/02/meus-monstros-favoritos.html' title='Meus monstros favoritos'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/SaLp1CwFz5I/AAAAAAAAAAo/C4aInCJ0IZs/s72-c/SAHUAGIN.BMP' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-8880097859168547602</id><published>2009-02-19T01:02:00.002-03:00</published><updated>2009-02-19T01:45:07.423-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='campanhas épicas'/><title type='text'>Elementos literários em minhas campanhas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Quem leu a primeira postagem deste blog irá lembrar que escrevi que me considero um jogador &lt;em&gt;middle school&lt;/em&gt;, isto é, não aprecio todas as convenções da velha escola que fazem a alegria dos grognards tradicionalistas, e também não gosto da abordagem “videogame” da nova escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levando-se em conta que eu cresci com influência de, por exemplo, &lt;em&gt;Dragonlance&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;As Aventuras de Xisto&lt;/em&gt;, a trilogia original de &lt;em&gt;Guerra nas Estrelas&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Ladyhawke - O Feitiço de Áquila&lt;/em&gt;; que minha introdução aos RPG’s de fantasia se deu por meio do AD&amp;amp;D 2E; e que, por muito tempo, para mim &lt;em&gt;Conan&lt;/em&gt; era somente um fisiculturista austríaco, isso não é de se espantar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, os elementos de fantasia literária que utilizo em minhas campanhas refletem muitas das minhas influências, a saber:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Moralidade objetiva&lt;/strong&gt; – embora eu não seja fã do conceito de tendência / alinhamento, eu costumo ver os personagens dos meus jogadores como heróis, no sentido literal da palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso não significa que todos os personagens devam ser paladinos; porém, na fantasia épica clássica não há espaço para anti-heróis, personagens amorais ou ambigüidade moral ou ética. Como &lt;strong&gt;heróis&lt;/strong&gt;, eles estão um passo acima do homem comum; sua força não vem apenas de habilidade marcial ou poder mágico, mas da capacidade de distinguir entre o que é certo ou errado, de suportar grandes sacrifícios pelo bem comum e de serem pessoas virtuosas, apesar de todas as dificuldades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O herói, acima de tudo, é aquele que escolhe o caminho correto, e não o mais fácil. Afinal, na fantasia clássica, não é o fim que justifica os meios, mas sim os meios que determinam o fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cenário detalhado&lt;/strong&gt; – essa foi uma das maiores influências de Tolkien em meu estilo de mestrar, e talvez a maior. Após criar meu próprio cenário (um cenário no qual venho trabalhando por quase oito anos), vi como é importante definir os pequenos detalhes que enriquecem e dão vida à campanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mim, é importante que as raças não humanas não sejam apenas humanos com características cosméticas diferentes, mas tenham visão de mundo, cultura e atitudes distintas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A geografia deve ser respeitada – não vou pôr um deserto igual ao Saara no extremo norte do continente só porque alguém, algum dia, achou que seria uma idéia “legal”. Se houver um deserto em uma região fria ele será igual ao Deserto de Góbi ou, no máximo, uma tundra. Aprendi que respeitar a geografia ajuda na imersão dos personagens e faz com que o cenário seja mais crível aos jogadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tão importante quanto a geografia, é a cultura. Poucas coisas me irritam tanto em um livro ou cenário de fantasia quanto ver alguém chamado “Rufus”, por exemplo, em um mundo onde nunca existiu o latim (rufus significa “ruivo” nessa língua) ou um elfo chamado “Bob”. Ora, se no cenário existe uma nação baseada no Império Franco Carolíngio, que os nomes de pessoas e lugares sejam baseados no francês arcaico. Hoje, com a facilidade de pesquisa e de acesso à informação via internet, isso é bem fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O importante é que o cenário, seja ele criado pelo mestre ou um cenário pronto, pareça plausível e genuíno. Isso, sem dúvida, é crucial para manter o interesse dos jogadores na campanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aventuras e antagonistas regionais&lt;/strong&gt; – essa é uma das poucas convenções da velha escola que eu realmente aprecio. Praticamente toda a ação ocorre em uma mesma região ou reino, e todos os antagonistas atuam em nível regional. Não há “ameaças continentais” como os Zentarim (os onipresentes vilões de Forgotten Realms); se os antagonistas da campanha são um grupo de necromantes ou uma “corporação de assassinos”, eles atuam dentro de uma determinada região ou cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das vantagens de utilizar ameaças regionais é que se os personagens viajarem para outro reino ou local, eles nunca saberão logo de início quem são os antagonistas locais – ou seja, o elemento-surpresa é preservado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A princípio pode parecer chato deixar sempre os PC’s confinados à mesma região; porém, outra grande vantagem é que ajuda a criar um enorme senso de familiaridade entre os jogadores e o cenário. Eles passam a conhecer bem as características geográficas e culturais da região, sabem em quais cidades ou vilas encontrar o que precisam e onde estão os maiores perigos e desafios – e, às vezes, os jogadores chegam até mesmo a se afeiçoar a determinados NPC’s.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conflitos e eventos de escala épica&lt;/strong&gt; – este é um elemento essencial da fantasia épica, mas que deve ser usado com parcimônia. Um cataclismo mágico, uma guerra de escala continental ou a invasão das forças do Senhor das Trevas são, sem dúvida, elementos interessantes, mas se cada aventura se resume ao “evento épico da semana”, o que antes causava espanto e admiração logo se torna algo maçante e repetitivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dragonlance, infelizmente, acabou se tornando um exemplo disso. Em 73 anos de história de Krynn – o mundo onde se passam as histórias – tivemos a Guerra da Lança, o retorno dos deuses e dragões, a invasão dos Cavaleiros de Takhisis, o Verão do Caos com um segundo cataclismo, o sumiço dos deuses, a invasão dos dragões supremos, a Guerra das Almas e o segundo retorno dos deuses. Até o mais devoto fã já deixou de se impressionar com o que acontece em Krynn, pois todo novo livro traz um novo evento épico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eventos épicos funcionam melhor em uma campanha se: 1) os personagens têm papel ativo no desenrolar dos eventos e não são apenas meros espectadores. Dessa forma, esse recurso funciona melhor com personagens mais experientes. 2) ocorrem muito raramente, preferencialmente quando o Mestre quer encerrar sua campanha em grande estilo. Nos últimos anos da 2ª Edição foram publicadas excelentes aventuras épicas que atendem estes critérios, como &lt;em&gt;The Rod of Seven Parts&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;The Apocalypse Stone&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-8880097859168547602?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/8880097859168547602/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=8880097859168547602' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/8880097859168547602'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/8880097859168547602'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2009/02/elementos-literarios-em-minhas.html' title='Elementos literários em minhas campanhas'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-5356203215457379812</id><published>2009-02-12T23:01:00.006-02:00</published><updated>2009-02-13T11:11:04.282-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2a edição'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='regras'/><title type='text'>Ainda regras</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para não ser injusto e parecer que eu só sento a pua na 3a Edição (e eu faço isso bastante), admito que apesar dos pesares, há duas coisas boas nas regras da 3E. A saber:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Livrar-se do THAC0 e da classe de armadura decrescente, dois conceitos que, a meu ver, sempre foram problemáticos. O primeiro porque envolvia matemática desnecessária; o segundo porque não era nem um pouco intuitivo. E, por incrível que pareça, o THAC0 foi um avanço em relação às tabelas de combate da primeira edição... &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No entanto, essa simplificação já havia sido testada nos últimos dias da 2a Edição, em um artigo escrito por Peter Adkison (!!) na &lt;em&gt;Dragon Magazine&lt;/em&gt; no. 249 (julho de 1998), onde o autor introduzia os conceitos de Valor de Ataque e Valor de Defesa em substituição ao THAC0 e à Classe de Armadura descrescente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Admito que essas sugestões funcionam muito bem, são muito mais intuitivas e simples, principalmente para novatos, e eu as utilizo em todos os meus jogos de AD&amp;amp;D 2E desde então.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Enxugar os testes de resistência. Eu nunca entendi porquê raios havia cinco testes de resistência no jogo, alguns deles um tanto quanto redundantes - ora, se Lorde Valdemort ataca meu PC com um &lt;em&gt;raio da morte&lt;/em&gt;, não faz muita diferença em termos de jogo se ele utiliza sua varinha mágica ou suas próprias mãos para lançar o feitiço.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como gostei muito dos novos testes de resistência, acabei adaptando os testes de Fortitude, Reflexos e Força de Vontade em meus jogos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tudo em nome da simplicidade, elegância e jogabilidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Até a próxima.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ricardo&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-5356203215457379812?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/5356203215457379812/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=5356203215457379812' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/5356203215457379812'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/5356203215457379812'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2009/02/ainda-regras.html' title='Ainda regras'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-6913488467610171041</id><published>2009-02-10T11:17:00.007-02:00</published><updated>2009-02-10T21:43:35.561-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2a edição'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='regras'/><title type='text'>Simplicidade, elegância e funcionalidade</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Minha idéia original era escrever a segunda parte do artigo de sábado elaborando os sete aspectos da Velha Escola que eu havia comentado. Porém, acabei descobrindo que cada um daqueles itens, por si só, daria uma postagem.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Começando com a ordem estabelecida anteriormente, a postagem de hoje é sobre sistemas de regras de RPG e aquilo que considero virtuds essenciais de qualquer bom conjunto de regras: simplicidade, elegância e funcionalidade.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Eu sou da opinião que quanto mais simples o sistema, melhor. Para mim as regras têm de funcionar como orientações e sugestões de como lidar com certas questões que surgem em um jogo. Eu não tenho problemas em criar regras particulares para lidar com certas situações incomuns ou modificar as regras para o estilo de jogo do meu grupo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Excesso de minúcias, principalmente com relação a combate, não é para mim – não me interessa saber quantos pontos de vida o personagem perde se estiver com hemorragia interna, como provocar uma fratura exposta com um golpe de maça, se o personagem fica atordoado ou não se receber um golpe no lugar certo ou qual talento é necessário para fazer determinada ação. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aliás, se qualquer situação de combate, por mais corriqueira que seja, começa a se transformar num complexo jogo de xadrez ou em um &lt;em&gt;wargame&lt;/em&gt; no qual os jogadores gastam várias minutos analisando e discutindo várias estratégias possíveis ou quais talentos utilizar naquela situação, é sinal de que algo está errado.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, um sistema que seja básico demais pode deixar o Mestre na mão, principalmente se ele for inexperiente ou se não tiver familiaridade com o sistema. E aí, o jogo vira um desastre. Para citar um exemplo recente deste caso, as primeiras edições dos jogos originais do World of Darkenss sofriam justamente deste problema. Em sua pretensão de fazer do RPG uma forma de teatro amador (falarei mais sobre isso futuramente), os designers criaram regras deficientes e que deixavam de fora muitas situações que ocorriam nas sessões de jogo – esse problema foi resolvido, em grande parte, com as edições posteriores.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;As primeiras edições do D&amp;amp;D original também sofriam desse problema – o jogo não possuía sequer um sistema de combate próprio, mas fazia uso das regras de combate de miniaturas do jogo conhecido como &lt;em&gt;Chainmail&lt;/em&gt;. Posteriormente, com a publicação de outros &lt;a href="http://www.acaeum.com/ddindexes/setpages/supplements.html"&gt;suplementos&lt;/a&gt; as regras ganharam mais detalhes passaram a cobrir diversas situações além do combate.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Particularmente, acho que a 2ª Edição do AD&amp;amp;D conseguiu equilibrar de modo elegante aspectos como detalhes, funcionalidade e simplicidade – ela cobria as principais situações que poderiam surgir em uma sessão de jogo, mas ao mesmo tempo dava bastante espaço para o GM personalizar as regras como quisesse sem sobrecarregá-lo com detalhes desnecessários.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Um outro sistema de regras simples, elegante e funcional era o “sistema d6” utilizado pela &lt;em&gt;West End Games (WEG)&lt;/em&gt; no saudoso RPG Star Wars original.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Voltando à 2a Edição, o maior exemplo dessa possibilidade de personalização de regras foram os livros da linha &lt;em&gt;Player’s Option&lt;/em&gt;, lançados a partir de 1996, que traziam toneladas de regras opcionais que permitiam ao Mestre e seus jogadores adicionarem quantos detalhes e “realismo” quisessem.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Aliás, uma curiosidade que muita gente desconhece: muitas das regras opcionais da linha &lt;em&gt;Player’s Options&lt;/em&gt; foram incorporadas como regras oficiais na 3ª Edição. Ataques de oportunidade, regras de combate que funcionam com miniaturas, talentos, perícias, etc. vieram todos daí. Na minha opinião, deveriam ter continuado como opcionais. Com certeza, os autores do &lt;a href="http://www.trolllord.com/cnc/index.html"&gt;Castles &amp;amp; Crusades&lt;/a&gt; (uma versão descomplicada da 3ª Edição) concordam comigo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Portanto, posso afirmar por experiência própria que regras simples ajudam, e muito, o andamento de uma sessão de jogo; regras em demasia podem sobrecarregar o Mestre e tornar o jogo enfadonho. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aliás, o excesso de talentos, classes de prestígio e vantagens surgidos com alguns sistemas recentes provam como um conjunto minucioso de regras pode ser restritivo. Em edições anteriores, se um PC quisesse saltar da janela da taverna sobre a sela do seu cavalo ou se jogar sobre um grupo de kobolds na tentativa de nocauteá-los, ele simplesmente declarava sua opinião ao Mestre, que determinava o melhor modo de resolver a situação. Hoje, se você não tem o talento ou a vantagem apropriada, você simplesmente não pode fazer isso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas, claro, essa é minha opinião. Gostou, não gostou, concorda ou discorda? Deixe sua opinião aqui.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Até a próxima!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-6913488467610171041?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/6913488467610171041/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=6913488467610171041' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/6913488467610171041'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/6913488467610171041'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2009/02/simplicidade-elegancia-e-funcionalidade.html' title='Simplicidade, elegância e funcionalidade'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-2288980032616217146</id><published>2009-02-07T00:32:00.008-02:00</published><updated>2009-02-09T23:18:56.085-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='velha escola'/><title type='text'>Paradigmas da Velha Escola</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em minha primeira postagem neste blog, eu falei sobre o movimento da Velha Escola de RPG e de como vários jogos em estilo rétro – principalmente aqueles inspirados no D&amp;amp;D original – vêm ganhando popularidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Falei, também, que não me considero um jogador da Velha Escola pois não concordo com muitos dos paradigmas e convenções desse estilo de jogo. Mas quais seriam eles? Em linhas gerais, as características dos jogos da Velha Escola são:&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;i) sistemas de regras bastante simples – as regras funcionam mais como diretrizes ou linhas gerais do que regras mo sentido estrito da palavra, o que permite um alto nível de personalização do sistema. No entanto, às vezes pecam pela simplicidade excessiva (o que pode ser uma desgraça nas mãos de um DM inexperiente). Por mais contraditório que possa parecer, devido às origens do RPG nos &lt;em&gt;war games&lt;/em&gt;, as regras muitas vezes enfatizam o aspecto estratégico do jogo, como utilização de miniaturas e mapeamento do cenário, o que pode levar a uma sensação de “jogo de tabuleiro”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;ii) forte influência do gênero de fantasia literária conhecido como Espada &amp;amp; Feitiçaria (principalmente das obras de autores como Robert E. Howard, Michael Moorcock, Jack Vance, Fritz Leiber, Clark Ashton Smith e Poul Anderson, bem como das &lt;em&gt;pulp magazines&lt;/em&gt; publicadas de 1920 a 1950).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;iii) assim como os protagonistas dos contos e histórias de Espada &amp;amp; Feitiçaria, os PC’s podem ser moralmente ambíguos, ou seguirem a tradição dos heróis dos romances picarescos, em que os protagonistas se tornam aventureiros para escapar do tédio ou simplesmente porquê desejam ficar ricos, e não porquê desejam impedir que o Senhor das Trevas domine o mundo. Derrotar o vilão é, quase sempre, um efeito colateral de suas ações. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;iv) existência de um “plano padrão” de narrativa nas aventuras, que define o papel dos PC’s (por exemplo, aventureiros corajosos buscando fama, fortuna e glória).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;v) preferência por cenários fechados e independentes de influências externas; a principal manifestação desse aspecto é a onipresença de masmorras e seus derivados; campanhas inteiras podem ser desenvolvidas baseando-se em uma única mega-masmorra (como &lt;em&gt;The Temple of Elemental Evil&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Realms of Horror&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;The Caverns of Thracia&lt;/em&gt;, por exemplo).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;vi) não há oponentes ou antagonistas que agem em nível continental; assim como o enredo, as ameaças também são locais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;vii) ausência de um entrecho universal (metaplot) no cenário; tudo acontece em nível local.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No próximo artigo, irei comentar algumas dessas características sob uma ótica mais pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até a próxima,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-2288980032616217146?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/2288980032616217146/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=2288980032616217146' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/2288980032616217146'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/2288980032616217146'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2009/02/paradigmas-da-velha-escola-parte-i.html' title='Paradigmas da Velha Escola'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4532965190693993503.post-345247401484178560</id><published>2009-02-05T09:28:00.010-02:00</published><updated>2009-02-06T02:32:40.824-02:00</updated><title type='text'>Bem-vindos!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Caros Leitores, bem-vindos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como esta é a primeira mensagem deste blog, vou aproveitar a oportunidade para apresentar seu propósito e finalidade e explicar a origem do nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo começou no ano passado, quando procurava algumas informações sobre a segunda edição do AD&amp;amp;D (Advanced Dungeons &amp;amp; Dragons). Foi aí que me deparei, meio que por acaso, com o movimento &lt;em&gt;Old School&lt;/em&gt; (Velha Escola) entre jogadores veteranos de RPG e sua força na “blogosfera”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse movimento surgiu no final da década de 1980, época que marca a saída de E. Gary Gygax da TSR, motivado em parte por nostalgia e em parte como uma reação de jogadores veteranos àquilo que eles viam como a “perda da essência” do (A)D&amp;amp;D. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há poucos anos atrás, com o advento da internet, o movimento ganhou novo fôlego: surgiram, então, vários clones do D&amp;amp;D antigo (tanto do sistema original de Gygax e Dave Arneson publicado nos anos de 1970, como de suas posteriores revisões escritas por Tom Moldvay e Frank Mentzer) e do AD&amp;amp;D Primeira Edição, como &lt;a href="http://www.knights-n-knaves.com/osric/a1.html"&gt;OSRIC&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.goblinoidgames.com/labyrinthlord.htm"&gt;Labyrinth Lord&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.trolllord.com/"&gt;Castles &amp;amp; Crusades&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mesma época descobri o quanto edições antigas do AD&amp;amp;D, inclusive a segunda edição, ainda têm um público bastante fiel na América do Norte – inclusive muitos jogadores que começaram com esta edição do jogo, mudaram para edições posteriores e agora retornam a ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, embora este blog seja inspirado pela blogosfera &lt;em&gt;Old School&lt;/em&gt; ele não é, estritamente falando, um blog &lt;em&gt;Old School&lt;/em&gt;. E nem poderia, por dois motivos: &lt;strong&gt;primeiro&lt;/strong&gt;, não posso ser considerado um legítimo seguidor da &lt;em&gt;Velha Escola&lt;/em&gt;, pois não vivi a “era de ouro” do RPG na década de 1970; aliás, comecei a jogar somente na década de 1990. &lt;strong&gt;Segundo&lt;/strong&gt;, não concordo com muitas das convenções da &lt;em&gt;Velha Escola&lt;/em&gt; tradicional, provavelmente porque eu conheci o AD&amp;amp;D em sua segunda edição, com todas as características que os puristas detestam e que eu adoro (como tramas e cenários mais elaborados e complexos, ou o aumento da influência do estilo de &lt;em&gt;Fantasia Épica&lt;/em&gt; em detrimento do estilo &lt;em&gt;Espada &amp;amp; Magia&lt;/em&gt; das edições originais). &lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, também não gosto da &lt;em&gt;Nova Escola&lt;/em&gt; que vem sendo seguida pelos RPGs mais recentes e sua preocupação excessiva com equilíbrio do grupo e táticas de combate, suplementos que se perdem em meio a um tsunami de talentos e classes de prestígio repetitivos e redundantes, regras desnecessariamente complicadas, incentivo à min/max dos PC's, influência dos MMRPG’s no design dos jogos, livros de monstros que só trazem estatísticas e informações de combate, corporativismo, abandono das raízes do jogo, etc.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Onde me encaixo, então? Levando-se em conta que, a meu ver, a Segunda Edição é um aprimoramento – em vários sentidos – das edições anteriores e não sofre dos problemas das edições mais recentes, eu poderia ser classificado como um jogador de &lt;em&gt;Middle School&lt;/em&gt; (ou Média Escola). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Portanto, o objetivo deste blog é compartilhar minhas idéias, visões e opiniões sobre sistemas clássicos de RPG, principalmente, mas não limitado, ao AD&amp;amp;D 2a edição – até porque acredito que não sou o único brazuca que ainda prefere a segunda edição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o nome “grognard”: é um termo francês que significa “resmungão” (quem me conhece, pode dizer que caiu como uma luva para mim...). Historicamente o termo era dado aos membros veteranos da Guarda Imperial do Exército Francês de Napoleão, que tinham o hábito de sempre resmungar e reclamar na presença do imperador – o que lhes valeu o apelido &lt;em&gt;Les Grognards&lt;/em&gt;. Posteriormente o termo entrou na cultura popular nos anos 70, quando era utilizado como apelido de jogares veteranos de jogos de guerra (war games). Por extensão, acabou adotado por jogadores de RPG para designar aqueles que preferem sistemas "clássicos" ou as versões antigas de qualquer sistema.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma nota final: esta é minha primeira tentativa em manter um blog, então peço aos meus leitores um pouco de paciência até eu pegar o jeito da coisa. Do mesmo modo, tentarei manter uma certa freqüência (pelo menos semanal) entre as postagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico por aqui. Até a próxima postagem. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ricardo&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4532965190693993503-345247401484178560?l=masmorras-e-dragoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/feeds/345247401484178560/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4532965190693993503&amp;postID=345247401484178560' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/345247401484178560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4532965190693993503/posts/default/345247401484178560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masmorras-e-dragoes.blogspot.com/2009/02/bem-vindos.html' title='Bem-vindos!'/><author><name>Ricardo Williams</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07851141083165500305</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_Xf30GMA1hpA/Ss4qN7bmrXI/AAAAAAAAADY/HA5RNbf9Caw/S220/Wolf.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
